05 Março 2011

Nova Espiral na Russia tem a ver com seu satélite lançado dia 26-2-11 Pesquisar e filtrar é preciso!

Lembram de meu post Místério!!! Nova Espiral 2011 na Sibéria, Russia e uma pesquisa feita sobre Ufos em Peruíbe de 28 fev 2011...
Bom, vejam o que descobri, acho que ficará claro que a tal espiral tem a vem com um lançamento de uma sonda ou satélite Glonass-K... Hoje comecei a ver de novo videos sobre isso e até retirei imagens do primeiro video que assisti, depois fui buscar mais informção, usando o google para traduzir do russo e do inlês, e foi isso que descobri....
Não sei nada sobre satélites, sondas, como elas se apresentam visíveis no céu, de noite, de dia, mas, aqui fica a dica da importancia de filtrar informaçõe e para isso precisa fazer  pesquisa....

Legal esse aqui é em maior velocidade e dá para ver muito em poucos segundos.
Soyuz 2 rocket launch x8 speed


Mystery UFO Espiral 2011


satelite Glonass-K esse video está criando um hoax? 
sonda Glonass-K ou aspeiral misteriosa na Russia 2011? 
Tema ver com 26 2 2011  Glonass-K ou com alien - ufo - vortex - portal? 

OVNI espiral Mistério 2011 (análise)


Comece o Soyuz-2 foguete carregando a sonda GLONASS-K

De: tvroscosmos | CRIADO EM: 2011/03/04
26 de fevereiro às 6:00 07 minutos a partir do lançamento de Plesetsk realizado foguete Soyuz-2 ", com o estágio superior" Fregat e naves espaciais GLONASS-K ".
Filmando um Roskosmos estúdio de televisão.
Categoria:
Ciência e Tecnologia
Palavras-chave:
espaço GLONASS espaço de Plesetsk

Video Corte de WS em 1:22 ..... onde está essa parte? [corregindo é no seg 1:24 ]

tchenta1965 23 Horas Atrás


Soyuz 2.1b / Fregat Launches with Kosmos 2470 (Glonass-K1) from Plesetsk

De: juancarlosbascu | English CRIADO: 26/02/2011
26 fev 2011 - Cosmódromo de Plesetsk.
Hoje, às 6 horas 07 minutos MSK de Plesetsk lançamento do foguete Soyuz-2 ", com o andar superior" Fregat e naves espaciais GLONASS-K ".
Após o expediente normal a partir do terceiro estágio do foguete booster, em 6h16 MSK, na unidade principal (superior palco "Fregat e naves espaciais GLONASS-K") exibido na órbita de referência. Em 9 horas 41 min. 03 seg. após a separação com êxito da nave espacial "GLONASS-K impulsionador da nave espacial tem sido tomadas para gerir as forças espaciais.
Categoria:
Ciência e Tecnologia
Palavras-chave:
Soyuz kosmos lançamento de foguetes 2.1b 2470 GLONASS da Rússia cosmódromo de Plesetsk-k1
no segundo 0:45 a imagem é trocada...
 satélite Glonass-K deixando um rastro de luz azul que uns pensam ser uma espiral misteriosa, imagem da tv russo  26 2 2011
imagem retirada video de uma tv russa, 26-2-2001, parecendo uma espiral misteriosa 
imagem retirada video de uma tv russa parecendo uma espiral misteriosa -  satélite Glonass-K deixando um rastro de luz azul, 26 2 2011 
imagem Lançamento: Cosmódromo de Plesetsk,  satelite Glonass-K tv russa, 26 2 2011 
Soviet rocket launch

De: ga331vip | English CRIADO: 26/02/2011
Lançamento do tempo: 0307 GMT no dia 26 ( 10:07 pm EST em 25)
Lançamento do site: Cosmódromo de Plesetsk, na Rússia

Um governo foguete russo Soyuz 2-1a e Fregat estágio superior vai lançar o primeiro da próxima geração de navegação por satélite Glonass-K. Atraso de 28 de dezembro e 15 de fevereiro. Esfregou em 24 de fevereiro. Atraso de 25 de fevereiro. [Fevereiro 24]

Lançamento do Glonass-K1 em 2011/02/26 (video amador)  Muito bom

De: tigerofsiberia | English CRIADO: 26/02/2011
A Rússia lançou um satélite de navegação Glonass nova-K1 do centro espacial de Plesetsk, no topo Soyuz-Fregat 2.1b com estágio superior em 26 de fevereiro.

O Glonass-K, que tem uma vida útil de 10 anos, feixe cinco sinais de navegação - quatro nas faixas especiais L1 e L2 e outro para aplicações civis na faixa de L3.

24 comentários:

  1. 5 Mar 11, 17:11
    sonialotus: ok bea, vou averiguar, mas ao menos não é algo de aliens, não assim vindo de outro planeta, eu havia esquecido de por as imagens, tem gente criando hoax dizendo ser de et... obg pela complementaçao,
    5 Mar 11, 17:04
    beatrix: http://www.thespacereview.com/article/1553/1 --- pequena sugestão, tem muito mais pela net
    5 Mar 11, 17:03
    beatrix: dão uma pesquisada em **rockets EMP**, e fiquem por dentro do q esta rolando
    5 Mar 11, 17:02
    beatrix: e a nova era das armas, e experimentos no campo da eletromagnetica... os chineses estao bem avnçados nisso
    5 Mar 11, 17:01
    beatrix: misseis EMP causam um pulso eletromagnetico, pr provocar mudança rapida nos campos eletromagneticos( eletricos ou magneticos)que tanto podem causar danos e surtos em sistemas eletricos
    5 Mar 11, 17:00
    beatrix: resposta a algo, exibição, ou um intuito maior
    5 Mar 11, 17:00
    beatrix: gente, isso são misseis EMP, da propria russia, não sei se estão testando, ou estão tentando mudar de fato o campo eletromagnetico regional e/ou mundial.. parece ficção mas não eh...pode ser uma...
    5 Mar 11, 16:42
    sonialotus: Novo Post Nova Espiral na Russia tem a ver com seu satélite lançado dia 26-2-11 Pesquisar e filtrar é preciso! http://sonialotusnavega.blogspot.com/2011/03/nova-espiral-na-russia-tem-ver-com-seu.html

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  2. EMP ou PEM

    Pulso eletromagnético (PEM) é um pulso de alta energia de largo espectro que se propaga pelo espaço que gera um campo elétrico defasado de um campo magnético, cuja frente de onda pode danificar componentes eletrônicos de estado sólido inseridos no campo em questão.
    Os pulsos eletromagnéticos conhecidos podem ser produzidos por fenômenos naturais (explosões solares ou explosões estelares) ou pela ação humana. Neste caso, são produzidos geralmente de forma relativamente descontrolada, como durante a explosão de armas nucleares. Alguns tipos de armas convencionais, como as bombas de pulso, também podem produzir um pulso eletromagnético de alcance reduzido, capaz de destruir equipamentos microeletrônicos sólidos, como computadores e meios de comunicação.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Pulso_eletromagn%C3%A9tico

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  3. nao tem a ver com o post, mas quero deixar registrado aqui, quem tem olhos de ver e que pesquisa vai entender o motivo, a materia abaixo ta muito reduzida, mas é um começo...

    Estimulação magnética transcraniana repetitiva
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    A estimulação magnética transcraniana repetitiva - EMTr (em inglês: Transcranial Magnetic Stimulation — TMS) é uma técnica não-invasiva usando campos magnéticos para estimular ou atrasar funções cerebrais. Desde sua introdução em 1985 por Anthony Barker e colegas da Universidade de Sheffield[1], a estimulação magnética transcraniana consolidou-se como uma ferramenta útil na pesquisa neurocientífica.
    A EMT permite atingir o cérebro através de corrente elétrica induzida por pulsos magnéticos por variação rápida do campo magnético no tecido cerebral. Dessa forma o cérebro pode ser modulado sem necessidade de cirurgia ou eletrodos externos.
    Alguns estudos pilotos demonstraram que a técnica pode ser útil para várias condições neurológicas (por exemplo, enxaqueca, acidente vascular cerebral, síndrome de Parkinson, distonia, zumbido) e condições psiquiátricas (como depressão, alucinações auditivas). No entanto, o potencial da estimulação magnética transcraniana para diagnóstico e terapia neurológicos ainda não foi comprovado, por falta de estudos clínicos a longo prazo.[2]

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Estimula%C3%A7%C3%A3o_magn%C3%A9tica_transcraniana_repetitiva

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  4. No estudo da Física, o eletromagnetismo (AO 1945: electromagnetismo) é o nome da teoria unificada desenvolvida por James Maxwell para explicar a relação entre a eletricidade e o magnetismo. Esta teoria baseia-se no conceito de campo eletromagnético.
    O campo magnético é resultado do movimento de cargas elétricas, ou seja, é resultado de corrente elétrica. O campo magnético pode resultar em uma força eletromagnética quando associada a ímãs.
    A variação do fluxo magnético resulta em um campo elétrico (fenômeno conhecido por indução eletromagnética, mecanismo utilizado em geradores elétricos, motores e transformadores de tensão). Semelhantemente, a variação de um campo elétrico gera um campo magnético. Devido a essa interdependência entre campo elétrico e campo magnético, faz sentido falar em uma única entidade chamada campo eletromagnético.
    Esta unificação foi terminada por James Clerk Maxwell, e escrita em fórmulas por Oliver Heaviside, no que foi uma das grandes descobertas da Física no século XIX. Essa descoberta posteriormente levou a um melhor entendimento da natureza da luz, ou seja, pôde-se entender que a luz é uma propagação de uma perturbação eletromagnética, ou melhor dizendo, a luz é uma onda eletromagnética. As diferentes frequências de oscilação estão associadas a diferentes tipos de radiação. Por exemplo, ondas de rádio tem frequências menores, a luz visível tem frequências intermediárias e a radiação gama tem as maiores frequências.
    A teoria do eletromagnetismo foi o que permitiu o desenvolvimento da teoria da relatividade especial por Albert Einstein em 1905.

    tem mais nessa pagina
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletromagnetismo

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  5. O efeito fotoelétrico

    Em outra publicação sua no mesmo ano, Einstein pôs em dúvida vários princípios do eletromagnetismo clássico. Sua teoria do efeito fotoelétrico (pelo qual ganhou o Prêmio Nobel em Física) afirmava que a luz tinha em certo momento um comportamento corpuscular, isso porque a luz demonstrava carregar corpos com quantidades discretas de energia, esses corpos posteriormente passaram a ser chamados de fótons. Através de sua pesquisa, Max Planck mostrou que qualquer objeto emite radiação eletromagnética discretamente em pacotes, ideia que leva a teoria de Radiação de Corpo Negro. Todos esses resultados estavam em contradição com a teoria clássica da luz como uma mera onda contínua. As teorias de Planck e Einstein foram as causadoras da teoria da mecânica quântica, a qual, quando formulada em 1925, necessitava ainda de uma teoria quântica para o Eletromagnetismo.
    Essa teoria só veio a aparecer em 1940, conhecida hoje como eletrodinâmica quântica; essa é uma das teorias mais precisas da Física nos dias de hoje.

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  6. Calcular a curva formada pelo espectro de radiação emitido por um Corpo Negro foi um dos maiores desafios no campo da Física Teórica durante o fim do século XIX. O problema finalmente foi resolvido em 1901 por Max Planck com a Lei de Planck da Radiação de Corpo Negro. Fazendo mudanças na Lei da Radiação de Wien consistentes com a termodinâmica e o eletromagnetismo, ele achou uma fórmula matemática descrevia os dados experimentais de maneira satisfatória. Para achar uma interpretação física, Planck, então, assumiu que a energia das oscilações na cavidade são quantizadas. Einstein trabalhou em cima desta idéia e propôs a quantização da radiação eletromagnética em 1905 para explicar o efeito fotoelétrico. Estes avanços teóricos resultaram na substituição do eletromagnetismo clássico pelos quanta (plural de quantum) eletrodinâmicos. Hoje, estes quanta são chamados fótons. Também, isso levou ao desenvolvimento de versões quânticas para a mecânica estatística, chamada estatística de Fermi-Dirac e estatística de Bose-Einstein, cada uma aplicável à classes diferentes de partícuals. Veja também férmions e bósons. O comprimento de onda na qual é radiação é máxima é dada pela Lei de Wien e a potência total emitida por unidade de área é dada pela Lei de Stefan-Boltzmann. Então, a temperatura aumenta, a cor muda de vermelho para amarelo para branco para azul. Mesmo que o pico do comprimento de onda mova-se para o ultravioleta, a radiação continua sendo emitida no comprimento de onda do azul.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Corpo_Negro

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  7. Efeito fotoelétrico
    O efeito fotoelétrico é a emissão de elétrons por um material, geralmente metálico, quando exposto a uma radiação eletromagnética (como a luz) de frequência suficientemente alta, que depende do material. Ele pode ser observado quando a luz incide numa placa de metal, literalmente arrancando elétrons da placa. Observado a primeira vez por Heinrich Hertz em 1887[1], o fenômeno é também conhecido por "efeito Hertz"[2][3], não sendo porém este termo de uso comum.
    Os elétrons que giram à volta do núcleo são aí mantidos por forças de atração. Se a estes for fornecida energia suficiente, eles abandonarão as suas órbitas. O efeito fotoelétrico implica que, normalmente sobre metais, se faça incidir um feixe de radiação com energia superior à energia de remoção dos elétrons do metal, provocando a sua saída das órbitas: sem energia cinética (se a energia da radiação for igual à energia de remoção) ou com energia cinética, se a energia da radiação exceder a energia de remoção do elétrons.
    A grande dúvida que se tinha a respeito do efeito fotoelétrico era que quando se aumentava a intensidade da luz, ao contrário do esperado, a luz não arrancava os elétrons do metal com maior energia cinética. O que acontecia era que uma maior quantidade de elétrons era ejetado.
    Por exemplo, a luz vermelha de baixa frequência estimula os elétrons para fora de uma peça de metal. Na visão clássica, a luz é uma onda contínua cuja energia está espalhada sobre a onda. Todavia, quando a luz fica mais intensa, mais elétrons são ejetados, contradizendo, assim a visão da física clássica que sugere que os mesmos deveriam se mover mais rápido (energia cinética) do que as ondas.
    Quando a luz incidente é de cor azul, essa mudança resulta em elétrons muito mais rápidos. A razão é que a luz pode se comportar não apenas como ondas contínuas, mas também como feixes discretos de energia chamados de fótons. Um fóton azul, por exemplo, contém mais energia do que um fóton vermelho. Assim, o fóton azul age essencialmente como uma "bola de bilhar" com mais energia, desta forma transmitindo maior movimento a um elétron. Esta interpretação corpuscular da luz também explica por que a maior intensidade aumenta o número de elétrons ejetados - com mais fótons colidindo no metal, mais elétrons têm probabilidade de serem atingidos.
    A explicação satisfatória para esse efeito foi dada em 1905, por Albert Einstein, e em 1921 deu ao cientista alemão o prêmio Nobel de Física.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_fotoel%C3%A9trico

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  8. ''Fotão'' http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3tons

    ''O fotão (português europeu) ou fóton (português brasileiro) é a partícula elementar mediadora da força eletromagnética. O fóton também é o quantum da radiação eletromagnética (incluindo a luz). O termo fóton foi cunhado por Gilbert N. Lewis em 1926[1]. Fótons são bósons e possuem Spin igual a um. A troca de fótons (virtuais1) entre as partículas como os elétrons e os prótons é descrita pela eletrodinâmica quântica, a qual é a parte mais antiga do Modelo Padrão da física de partículas. Ele interage com os elétrons e núcleo atômico sendo responsável por muitas das propriedades da matéria, tais como a existência e estabilidades dos átomos, moléculas, e sólidos.
    Em alguns aspectos um fóton atua como uma partícula, por exemplo quando registrado por um mecanismo sensível à luz como uma câmera. Em outras ocasiões, um fóton se comporta como uma onda, tal como quando passa através de uma lente ótica. De acordo com a conhecida dualidade partícula-onda da mecânica quântica, é natural para um fóton apresentar ambos aspectos na sua natureza, de acordo com as circunstâncias que se encontra. Normalmente, a luz é formada por um grande número de fótons, tendo a sua intensidade ou brilho ligada ao número deles. Para baixas intensidades, são necessários equipamentos muito sensíveis, como os usados em astronomia, para detectar fótons individuais.

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  9. cont ''Símbolo

    Um fóton é usualmente representado pelo símbolo γ (gama), embora em física de altas-energias este símbolo se refere a fótons de energias extremamente altas (um raio gama).
    [editar]Propriedades

    Os fótons são comumente associados com a luz visível, o que só é verdade para uma parte muito limitada do espectro eletromagnético. Toda a radiação eletromagnética é quantizada em fótons: isto é, a menor porção de radiação eletromagnética que pode existir é um fóton, qualquer que seja seu comprimento de onda, frequência, energia ou momento. Fótons são partículas fundamentais que podem ser criados e destruídos quando interagem com outras partículas, mas é conhecido que decaiam por contra própria. [carece de fontes]
    Diferente da maioria das partículas, fótons não tem uma massa intrínseca detectável, ou "massa restante" (que se opõem a massa relativística). Fótons estão sempre se movendo a velocidade da luz (a qual varia de acordo com o meio no qual ela viaja) em relação a todos os observadores. A despeito da sua ausência de massa, fótons têm um momento proporcional a sua frequência (ou inversamente proporcional ao seu comprimento de onda), e seu momento pode ser transferido quando um fóton colide com a matéria (como uma bola de bilhar em movimento transfere seu momento para outra bola). Isto é conhecido como pressão de radiação a qual deve ser algum dia usada como propulsão como um veleiro solar.
    Fótons são desviados por um campo gravitacional duas vezes mais que as predições da mecânica Newtoniana predisse para uma massa viajando a velocidade da luz com o mesmo momento de um fóton. Esta observação é comumente citada como uma evidência que daria suporte a relatividade geral, uma teoria da gravidade de muito sucesso publicada em 1915 por Albert Einstein. Na relatividade geral, os fótons sempre viajam a velocidade da luz em uma linha "reta", depois de se levar em conta a curvatura do espaço-tempo. (Em um espaço curvo, isto é chamado de geodésica).

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  10. cont '' Criação
    Fótons são produzidos por átomos quando um elétron de valência move-se de um orbital para outro orbital com (menos ou mais energia) negativa. Fótons também podem ser emitidos por um núcleo instável quando este decai por algum tipo de decaimento nuclear. Além disto, fótons são produzidos sempre que partículas carregadas são aceleradas.
    Átomos continuamente emitem fótons devido suas colisões mútuas. A distribuição do comprimento de onda destes fótons portanto está relacionada a sua temperatura absoluta (usualmente em Kelvin). A distribuição de Maxwell-Boltzmann prevê a possibilidade de um fóton possuir um determinado comprimento de onda ao ser emitido por uma coleção de átomos a uma dada temperatura. O espectro de tais fótons normalmente se encontra entre a faixa da micro-onda e do infravermelho, mas objetos aquecidos irão emitir luz visível também.
    Rádio, televisão, radar e outros tipos de transmissores usados para telecomunicação e monitoramento remoto rotineiramente criam uma extensa variedade de fótons de baixa-energia pela oscilação de campos elétricos em condutores. Magnetrons emitem fótons coerente usado em fornos micro-onda. Tubos Klystron são usados quando as emissões de micro-onda devem ser mais precisamente controladas. Masers e laser criam fótons monocromáticos por emissão estimulada. Fótons mais energéticos podem ser criados por decaimento nuclear, aniquilação partícula-antipartícula, e colisão de partículas de alta energia.

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  11. Spin [ O Spin não possui uma interpretação clássica, ou seja, é um fenômeno estritamente quântico, e sua associação com o movimento de rotação das partículas sobre seu eixo - uma visão clássica - deixa muito a desejar. leia aqui se quiser saber mais http://pt.wikipedia.org/wiki/Spin ]

    cont...
    ''Os fótons tem spin 1 e são, portanto, classificados como bósons. Os fótons são os mediadores dos campos eletromagnéticos. Por isto, eles são as partículas que possibilitam que outras partículas interajam com os outras partículas eletromagnéticas e com campos eletromagnéticos, por isto eles são também conhecidos como bóson de calibre. Em geral, um bóson com spin 1 deveria possuir três projeções de spin distintas (-1, 0 e 1). Contudo, a projeção zero requer um referencial aonde o fóton esteja em repouso. Devido a sua massa de repouso ser zero, tal referencial não existe, de acordo com a teoria da relatividade. Então os fótons no vacuo sempre viajam a velocidade da luz, e mostram somente duas projeções de spin, correspondendo as duas polarizações circulares opostas. Por causa de sua massa intrínseca zero, fótons são consequentemente sempre polarizados transversalmente, da mesma forma que as ondas eletromagnéticas o são, no espaço vazio.

    Estado quântico
    A luz visível do Sol, ou de uma lâmpada, é comumente uma mistura de muitos fótons de diferentes comprimentos de onda. Uma visão deste espectro de frequência, pode ser obtida por exemplo pela passagem da luz por um prisma. Neste co-denominado "estado misto ", que estas fontes tendem a produzir, a luz se constitui de fótons em equilíbrio térmico (também denominado de radiação de corpo negro). Onde eles são de muita formas semelhantes às partículas de um gás. Por exemplo, eles exercem pressão, conhecida como pressão de radiação, na qual (em parte) origina a aparência dos cometas quando eles estão viajando próximos ao Sol.
    Por outro lado, um arranjo de fótons também pode existir em estados muito mais bem organizados. Por exemplo, nos denominados estados coerentes, descreve-se uma luz coerente como as emitidas por um laser ideal. O alto grau de precisão obtido com instrumentos a laser advém desta organização.

    Fótons no vácuo

    No espaço vazio, conhecido como vácuo perfeito, todos os fótons se movem a velocidade da luz, ...............Segundo um princípio da relatividade restrita de Einstein, todas as observações da velocidade da luz no vácuo são as mesmas para todas as direções e para qualquer observador em um referencial inercial. Este princípio é geralmente aceito na física desde que muitas consequências práticas para as partículas de alta-energia tem sido observada.

    Fótons na matéria

    Quando fótons passam através de material, tal como num prisma, frequências diferentes são transmitidas em velocidades diferentes. Isto é chamado de refração e resulta na dispersão das cores, onde fótons de diferentes frequências saem em diferentes ângulos. Um fenômeno similar ocorre na reflexão onde superfícies podem refletir fótons de várias frequências em diferentes ângulos............... '' etc http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3tons

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  12. Campo eletromagnético

    Na física do eletromagnetismo, um campo eletromagnético é um campo composto de dois vetores campo: o campo elétrico e o campo magnético.
    Os vetores (E e B) que caracterizam esses dois campos que possuem um valor definido a cada ponto no espaço e tempo. Se apenas o campo elétrico (E) não for nulo, e é constante no tempo, esse campo é denominado campo eletrostático. E e B (o campo magnético) são unidos pelas Equações de Maxwell.
    Campos eletromagnéticos podem ser explicados com base quântica pela eletrodinâmica quântica.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_eletromagn%C3%A9tico

    Fatos:

    Hoje em dia o magnetismo está presente em todas as tecnologias criadas pelo Homem, tais como motores, transformadores, bobinas, aparelhos elétricos, entre outros. Ele é atualmente definido como fruto da interação entre os elétrons, partículas subatômicas de carga negativa.

    Se um corpo está com carga elétrica positiva existe uma falta de elétrons, assim o número de prótons é maior que o número de elétrons.

    Se um corpo está com carga elétrica negativa existe uma falta de prótons, assim o número de prótons é menor que o número de elétrons.

    Se um corpo está com carga elétrica neutra, o número de prótons é igual ao número de elétrons.

    O campo magnético terrestre assemelha-se a um dipolo magnético com seus pólos próximos aos pólos geográficos da Terra. Uma linha imaginária traçada entre os pólos sul e norte magnéticos apresenta uma inclinação de aproximadamente 11,3º relativa ao eixo de rotação da Terra. A teoria do dínamo é a mais aceite para explicar a origem do campo. Um campo magnético, genericamente, se estende infinitamente. Um campo magnético vai se tornando mais fraco com o aumento da distância da sua fonte. Como o efeito do campo magnético terrestre se estende por várias dezenas de milhares de quilómetros, no espaço ele é chamado de magnetosfera da Terra.

    Correntes elétricas induzidas na ionosfera também geram campos magnéticos. Tal campo é sempre gerado perto de onde a atmosfera é mais próxima do Sol, criando alterações diárias que podem deflectir campos magnéticos superficiais de até um grau.

    A luz é uma energia radiante que impressiona os olhos e é chamada, de forma mais técnica, de onda eletromagnética.

    Como exemplo de ondas eletromagnéticas, podemos citar as ondas de rádio, as ondas de televisão, as ondas luminosas, as microondas, os raios X e outras. Essas denominações são dadas de acordo com a fonte geradora dessas ondas e correspondem a diferentes faixas de frequências.

    As ondas eletromagnéticas são utilizadas hoje em dia em:


    Radiografias. (o corpo é bombardeado por raios-X, que são um tipo de onda eletromagnética, os raios-X sofrem interação com o corpo depois, de certa maneira, essa interação é analisada para a formação da imagem.)


    Fornos de microondas. (sobre os alimentos são emitidas ondas eletromagnéticas que estão na freqüência de ressonância do átomo de hidrogênio, assim este fica escitado aquecendo o alimento.)

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  13. A ionosfera

    se localiza entre sessenta e mil quilômetros de altitude, é composta de íons, plasma ionosférico, e, devido à sua composição, reflete ondas de rádio até aproximadamente 30 MHz.

    O Sol e os raios cósmicos

    O maior agente de ionização da ionosfera, é o Sol, cuja radiação nas bandas de raio X, e ultravioleta, insere grande quantidade de elétrons livres em seu meio. Os meteoritos e raios cósmicos também são responsáveis pela presença secundária de íons na região.

    Na ionosfera a densidade de elétrons livres é variável de acordo com a hora do dia, estação do ano, e ás variações da composição química da alta atmosfera. A cada 11 anos, obedecendo ao ciclo das manchas solares, a densidade de elétrons e a composição da ionosfera sofrem mudanças radicais, podendo inclusive bloquear totalmente as comunicações em HF.

    A composição da atmosfera, a partir dos cem quilômetros de altitude, embora tênue, varia, já que os gases estratificam-se. Por exemplo os gases, O2, O, N2, N, absorvem radiações quantitativamente, uma vez que o nível de absorção varia conforme a densidade destes, a densidade de ionização varia proporcionalmente com a altura formando desta forma camadas de absorção distintas e variáveis, conforme a hora do dia.

    Nas zonas mais baixas os elétrons livres e íons tendem a reduzir bastante, pois sempre a recombinação prevalecerá sobre a ionização, devida maior densidade de partículas. Nas zonas mais altas é muito baixa a densidade de gases, moléculas e átomos, a quantidade de radiação, ou seja a energia provinda do espaço é muito alta, porém, não existem gases, átomos, ou moléculas livres o suficiente para ser ionizadas, portanto só haverá ionização à medida que se mergulha na atmosfera, até uma certa profundidade, assumindo-se, por exemplo, a atmosfera fluídica.

    A propagação de ondas eletromagnéticas no plasma ionosférico, se comporta analogamente como ondas sônicas dentro de fluídos de diferentes densidades. Ora refletindo, ora refratando, ora sem oferecer resistência alguma, e ora refletindo e refratando ao mesmo tempo. Num plasma com N colisões elétron - partículas (íons, átomos, moléculas,elétrons, neutrinos, etc), levando-se em conta o movimento térmico dos elétrons, pode-se dizer que tem ora características fluidas, ora características sólidas, pois o plasma não é líquido, nem sólido, tampouco gasoso, portanto, comporta-se de maneira anômala aos nossos sentidos, porém fácil de ser analisado e rastreado seu comportamento matematicamente.

    A densidade da ionosfera se mede por n elétrons por metro cúbico, portanto, tem volume, e densidade. Despreza-se na prática (Neste caso) os efeitos térmicos, e efeitos gravitacionais por esses ser desprezíveis para o entendimento dos mecanismos de propagação e reflexão ionosférica, embora sejam de suma importância para as comunicações de rádio, principalmente nas altas freqüências.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Ionosfera

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  14. A ionosfera, dependendo da hora do dia ou da insolação, isto é da quantidade de energia eletromagnética provinda do sol, principalmente nas bandas de raios x e raios ultra-violeta, separa-se em camadas. Isso ocorre devido à absorção de energia, que vai fazer com que se separem as camadas de acordo com o nível energético que o plasma ionosférico absorveu.

    A propagação eletromagnética

    A propagação de ondas eletromagnéticas no plasma ionosférico, se comporta analogamente como ondas sônicas dentro de fluídos de diferentes densidades. Ora refletindo, ora refratando, ora sem oferecer resistência alguma.

    Num plasma com n colisões por segundo de partículas, entre estas: íons; átomos; moléculas; elétrons; neutrinos; etc, o movimento termo-eletrônico tem características ora fluidas, ora sólidas, ora gasosas.

    O plasma ionosférico não é líquido, nem sólido, tampouco gasoso, seu comportamento é difícil de prever, por isso as previsões de condições de propagação de radiofrequência são tão complexas.
    [editar]Oscilação de propagação de ondas eletromagnéticas

    A ionosfera dependendo da hora do dia ou da insolação, nas bandas de Raio-X e luz ultra-violeta, separa-se em camadas, isso ocorre devido à absorção energética de seus componentes.
    No plasma ionosférico encontramos condutividade iônica e permessividade eletromagnética , isto é, em alguns momentos parece se comportar como um condutor elétrico ou placa metálica, em outros pode se comportar como um condutor sintonizado em determinadas freqüências podendo refletir determinados comprimentos de onda praticamente sem perdas, absorver outros comprimentos de onda inutilizando totalmente a propagação destas.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Ionosfera

    No plasma ionosférico encontramos condutividade e permissividade elétrica , isto é, em alguns momentos se comporta como um condutor elétrico, por exemplo, como se fosse uma placa metálica, porém sintonizada em determinadas freqüências, onde uma vez se comportando como tal, pode perfeitamente refletir determinados comprimentos de onda sem problema algum, e praticamente sem perdas, absorver outros comprimentos de onda inutilizando totalmente a propagação destas.

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  15. A reflexão é exatamente uma das propriedades exploradas na comunicação, usando-se a antena com refletor apontada para a ionosfera, daí a importância de se conhecer os fenômenos ionosféricos e as propriedades operacionais das ionossondas (antenas direcionais apontadas diretamente para a ionosfera). O princípio da reflexão ionosférica é utilizado há muitos anos para pesquisas, porém pouco utilizado ainda nas conversas quotidianas, devido ao pouco alcance que oferece às comunicações, pois não serve para contatos de longas distâncias (chamados DX), devido ângulo de partida do lóbulo principal que está apontado diretamente para cima, e uma vez que a antena possui um refletor, além da terra diretamente abaixo, os ângulos de partida dos lóbulos secundários, também estão direcionados praticamente na vertical, fechando toda e qualquer possibilidade de reflexão tangenciando a superfície da Terra, aumentando, e muito a qualidade do sinal até distâncias medianas, pois as camadas ionosféricas, uma a uma, refletem o sinal diretamente para baixo, e a terra para cima, fazendo uma armadilha para a radiofreqüência, ampliando e muito o sinal, fazendo com que a antena se comporte como se a somatória dos lóbulos principal e secundários formasse uma semi esfera de 180 graus, deixando-a onidirecional, ficando com uma qualidade de transmissão e de recepção excepcional.

    Daí a importância do conhecimento e do uso das camadas que se formam durante o dia e da densidade das que restam durante a noite. Durante a noite as camadas “D” e “E”, conforme gráfico abaixo, perdem sua densidade em elétrons livres, devido a diminuição da ionização pelo Sol, porém, elas não deixam de existir, elas perdem a densidade e aumentam a altitude.

    Durante o dia o aumento de densidade é significativo, conseqüentemente, a altitude diminui, verificar gráficos abaixo. Essa elevação das camadas durante a noite, propicia um aumento da propagação a longa distância, pois a RF refletirá mais acima.Existe também, durante o dia, uma atenuação maior do sinal, conforme gráficos abaixo, Mas ao mesmo tempo que o sinal se atenua pelo aumento da densidade, também refletirá mais, justamente devido à este aumento.Os fenômenos descritos acima são de grande valia para usar a ionosfera como refletor, além de perder-se menos sinais na transmissão apesar da atenuação ser bem maior durante o dia, recebe-se os sinais com mais intensidade, pois aí também rege a lei da reciprocidade, onde o que vale para a transmissão vale para a recepção.

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  16. INPE

    No Brasil, a pesquisa da ionosfera é principalmente executada pela Divisão de Aeronomia do INPE. Iniciou em 1963, através da recepção de sinais de satélites. Em 1973 iniciou-se em Cachoeira Paulista,SP, a pesquisa através de ionosondas. Em 1975 foi a vez de Fortaleza, CE.

    Em 1984 o Ministério da Aeronáutica autorizou o CTA a efetuar experiências e sondagens com foguetes e equipamentos desenvolvidos pelo INPE. A Universidade Estadual do Maranhão juntamente com o INPE recentemente, construíram um observatório espacial em São Luis, MA. Onde está instalada uma digissonda, e está sendo terminado um radar de espalhamento coerente (ESCO) cuja prioridade é estudar o comportamento da ionosfera e seus fenômenos sobre o Brasil, dentre eles é executado o estudo do comportamento dos processos dinâmicos, eletrodinâmicos e químicos do plasma ionosférico. Os dados de sensoriamento remoto da ionosfera são obtidos utilizando foguetes, satélites, sistemas de modelagem e simulação dos processos ionosféricos e termosféricos.

    O ciclo solar e sua influência

    A cada 11 anos, obedecendo ao Ciclo Solar, a densidade de elétrons e a composição da ionosfera sofrem mudanças radicais. Muitas vezes estas mudanças bloqueiam totalmente as comunicações em alta freqüência.

    A composição da atmosfera a partir dos cem quilômetros de altitude, embora tênue, varia.
    Os gases O2; O; N2; N na alta atmosfera estratificam-se e absorvem radiações quantitativamente, uma vez que o nível de absorção varia conforme sua densidade.

    A densidade de ionização varia proporcionalmente com a altura formando desta forma camadas de absorção distintas e variáveis, conforme a hora do dia, temperatura e irradiação solar.
    [editar]A variação da densidade iônica

    Nas zonas mais baixas da atmosfera, os elétrons livres e íons desaparecem. Isto ocorre devido à maior densidade de partículas, portanto, a recombinação prevalecerá sobre a ionização. A densidade dos gases nas zonas mais altas é muito baixa.

    A quantidade de radiação, ou seja, a energia vinda do espaço é muito grande até determinada altitude, contudo, não existem gases, átomos, ou moléculas livres suficientemente para serem ionizadas.

    Só haverá ionização à medida que mergulhamos na atmosfera, até uma certa profundidade limítrofe.

    A propagação eletromagnética

    A propagação de ondas eletromagnéticas no plasma ionosférico, se comporta analogamente como ondas sônicas dentro de fluídos de diferentes densidades. Ora refletindo, ora refratando, ora sem oferecer resistência alguma.

    Num plasma com n colisões por segundo de partículas, entre estas: íons; átomos; moléculas; elétrons; neutrinos; etc, o movimento termo-eletrônico tem características ora fluidas, ora sólidas, ora gasosas.

    O plasma ionosférico não é líquido, nem sólido, tampouco gasoso, seu comportamento é difícil de prever, por isso as previsões de condições de propagação de radiofrequência são tão complexas.
    [editar]Oscilação de propagação de ondas eletromagnéticas

    A ionosfera dependendo da hora do dia ou da insolação, nas bandas de Raio-X e luz ultra-violeta, separa-se em camadas, isso ocorre devido à absorção energética de seus componentes.
    No plasma ionosférico encontramos condutividade iônica e permessividade eletromagnética , isto é, em alguns momentos parece se comportar como um condutor elétrico ou placa metálica, em outros pode se comportar como um condutor sintonizado em determinadas freqüências podendo refletir determinados comprimentos de onda praticamente sem perdas, absorver outros comprimentos de onda inutilizando totalmente a propagação destas.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Ionosfera

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  17. O ciclo solar e sua influência

    A cada 11 anos, obedecendo ao Ciclo Solar, a densidade de elétrons e a composição da ionosfera sofrem mudanças radicais. Muitas vezes estas mudanças bloqueiam totalmente as comunicações em alta freqüência.

    A composição da atmosfera a partir dos cem quilômetros de altitude, embora tênue, varia.
    Os gases O2; O; N2; N na alta atmosfera estratificam-se e absorvem radiações quantitativamente, uma vez que o nível de absorção varia conforme sua densidade.
    A densidade de ionização varia proporcionalmente com a altura formando desta forma camadas de absorção distintas e variáveis, conforme a hora do dia, temperatura e irradiação solar.

    A variação da densidade iônica

    Nas zonas mais baixas da atmosfera, os elétrons livres e íons desaparecem. Isto ocorre devido à maior densidade de partículas, portanto, a recombinação prevalecerá sobre a ionização. A densidade dos gases nas zonas mais altas é muito baixa.

    A quantidade de radiação, ou seja, a energia vinda do espaço é muito grande até determinada altitude, contudo, não existem gases, átomos, ou moléculas livres suficientemente para serem ionizadas.

    Só haverá ionização à medida que mergulhamos na atmosfera, até uma certa profundidade limítrofe.

    A propagação eletromagnética

    A propagação de ondas eletromagnéticas no plasma ionosférico, se comporta analogamente como ondas sônicas dentro de fluídos de diferentes densidades. Ora refletindo, ora refratando, ora sem oferecer resistência alguma.

    Num plasma com n colisões por segundo de partículas, entre estas: íons; átomos; moléculas; elétrons; neutrinos; etc, o movimento termo-eletrônico tem características ora fluidas, ora sólidas, ora gasosas.

    O plasma ionosférico não é líquido, nem sólido, tampouco gasoso, seu comportamento é difícil de prever, por isso as previsões de condições de propagação de radiofrequência são tão complexas.

    Oscilação de propagação de ondas eletromagnéticas
    A ionosfera dependendo da hora do dia ou da insolação, nas bandas de Raio-X e luz ultra-violeta, separa-se em camadas, isso ocorre devido à absorção energética de seus componentes.

    No plasma ionosférico encontramos condutividade iônica e permessividade eletromagnética , isto é, em alguns momentos parece se comportar como um condutor elétrico ou placa metálica, em outros pode se comportar como um condutor sintonizado em determinadas freqüências podendo refletir determinados comprimentos de onda praticamente sem perdas, absorver outros comprimentos de onda inutilizando totalmente a propagação destas.

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  18. Reflexão ionosférica

    Canalização, espalhamento e reflexão através da ionosfera.

    A reflexão ionosférica é explorada por sistemas de radiodifusão com as antenas de transmissão em ângulo baixo. As propriedades operacionais das ionossondas (sistemas compostos de transmissores, receptores e antenas direcionais apontadas diretamente para a ionosfera) propiciam um conhecimento do comportamento da região.
    O princípio da reflexão ionosférica em ângulos altos é utilizado há muitos anos para pesquisas, porém pouco utilizado nas comunicações.
    O efeito ocasionado por inúmeras camadas sucessivas de ionização leva à reflexão das ondas de rádio.

    Este efeito ocorre sobre uma faixa de alturas estreita e em baixas freqüências, onde, ou os raios refratam, ou refletem. No caso da refração a distância atingida por estes é apreciável, chegando a milhares de quilômetros. No caso da reflexão, esta não ultrapassa a algumas centenas de quilômetros.

    O espalhamento fraco e incoerente de energia ocorre devido às flutuações térmicas e aleatórias da densidade eletrônica no plasma ionosférico. Este espalhamento tem sua eficiência aumentada pelas irregularidades ionosféricas e pelo aumento da densidade iônica.

    Máxima frequência utilizável, maior frequência possível onde pode ocorrer o fenômeno da reflexão ionosférica.

    Estas irregularidades dão origem a sinais de espalhamento direto e sinais de retroespalhamento (reflexão). No caso da reflexão direta, não há canalização, já no caso do espalhamento, ocorre a refração e a canalização ou dutificação dos sinais.

    A canalização de sinais a grande distâncias ocorre em altura de ionização reduzida, porém não é regra. A probabilidade desta é nas camadas E e F, em alguns casos com ecos percorrendo toda a circunferência da Terra.

    Pode ocorrer a canalização, onde o sinal refrata e reflete ao mesmo tempo dentro de regiões irregulares do campo alinhado acima da região F também.

    A reflexão ionosférica pode levar ao fenômeno da cintilação, isto ocorre devido à atuação dos sinais perante as irregularidades ionosféricas que atual como uma tela de fase variável nos sinais transionosféricos de fontes. Esta tela eletrônica dá origem à efeitos de difração com cintilação de amplitude, ângulo de chegada e fase.

    Portanto, num meio variável onde ocorrem densidades variáveis, ocorre o fenômeno da reflexão, refração e difração dos sinais de radiofreqüência. Fenômenos ocorridos na faixa de freqüência de HF e faixa inferior VHF.

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  19. Variação da densidade ionosférica

    Durante o dia o aumento da densidade ionosférica é significativo, conseqüentemente, a altitude da região diminui. À noite com a diminuição da densidade, a ionosfera aumenta sua altitude ficando mais tênue, propiciando um aumento da propagação de ondas de rádio para distâncias maiores.

    Do solo para cima a ionosfera se divide em camadas de ionização. Estas variam conforme a hora do dia, estações do ano e condições solares.

    As camadas iônicas da ionosfera são: D;E;F1;F2;

    Camada D
    A região D, ou camada D é a mais próxima ao solo, fica entre os 50 e 80 km, é a que absorve a maior quantidade de energia eletromagnética, seu comportamento é diurno, aparece no momento em que as moléculas começam a adquirir energia solar. Esta camada permanece por alguns instantes no início da noite.
    Ionicamente é a menos energética. É a responsável pela absorção das ondas de rádio durante o dia.

    Camada E
    A camada E se situa acima da camada D, embaixo das camadas F1 e F2, sua altitude média é entre os 80 e os 100-140 km. Semelhante à camada D, durante o dia se forma e se mantém, durante a noite se dissipa.

    Em algumas ocasiões, dependendo das condições de vento solar e energia absorvida durante o dia, a camada E pode permanecer esporadicamente à noite, quando isto ocorre é chamada de camada E Esporádica.

    Esta camada tem a particularidade de ficar mais ativa quanto mais perpendiculares são os raios solares que incidem sobre si.

    Camada F1
    A camada F1 está acima da camada E e abaixo da camada F2 ~100-140 até ~200 Km.
    Existe durante os horários diurnos, acompanhando o comportamento da camada E, podendo esporadicamente estar presente à noite. Serve de refletora em determinadas freqüências, esta reflexão varia conforme a espessura que adquire ao receber energia solar.
    Normalmente a radiofreqüência incidente que atravessa a camada E, atravessa a F1. Ao fazê-lo refrata-se, alterando seu ângulo de incidência sobre a camada F2, refletindo nesta.

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  20. Camada F2
    A camada F2, está entre os 200 e 400 km de altitude. Acima da F1, E, e D respectivamente. É o principal meio de reflexão ionosferico utilizado para as comunicações em altas freqüências à longa distância.

    A altitude da F2 varia conforme a hora do dia, época do ano, condições de vento e ciclo solares. A propagação e reflexão obedecem a estas variáveis.
    Seu aparecimento ocorre ao nascer do Sol, quando a camada F se desmembra em F1 e F2.

    A refração nesta camada pode gerar o aparecimento do fenômeno raro da dutificação da radiofreqüência, ocasionando contatos à dezenas de milhares de quilômetros e ecos ionosféricos.
    Também a reflexão da radiofreqüência nesta camada propicia a comunicação a milhares de quilômetros.

    Camada F3
    A camada F3 é uma região ionosférica que se localiza acima da camada F2 em latitudes equatoriais numa altitude presumida entre 500 km e 700 km e se forma após o amanhecer. A maior densidade eletrônica de F3 se dá a aproximadamente 170° de latitude tendo um pico ao norte e outro ao sul do equador magnético.

    As pesquisas da região ionosférica no Brasil

    No Brasil a pesquisa da ionosfera é principalmente executada pela Divisão de Aeronomia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, INPE.

    Os estudos ionosféricos iniciaram em 1963, através da recepção de sinais de satélites.
    Em 1973, em Cachoeira Paulista,SP, a pesquisa através de ionosondas teve seu aprimoramento e alargamento dos dados coletados. Em 1975, em Fortaleza, Ceará foram instalados equipamentos de pesquisa, entre estes antenas transmissores e ionossondas de grande precisão.

    Em 1984, o Ministério da Aeronáutica brasileiro autorizou o Centro Tecnológico Aeroespacial (CTA) a efetuar experiências e sondagens com foguetes ionosféricos e equipamentos desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

    A Universidade Estadual do Maranhão e o INPE, firmaram um convênio tecnológico e construíram um observatório espacial em São Luis, Maranhão, este foi aquipado com uma digissonda, e um radar de espalhamento coerente (ESCO).

    A função destes instrumentos científicos é estudar o comportamento da ionosfera, os processos dinâmicos, eletrodinâmicos e químicos do plasma.

    Os dados recolhidos através de sensoriamento remoto utilizam foguetes, satélites, sistemas de modelagem e simulação dos processos ionosféricos e termosféricos.

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  21. Alta Ionosfera e Cinturão de Van Allen

    Segundo "José Humberto Andrade Sobral no artigo Sobre a Importância Estratégica da Ciência Espacial para o Brasil, PARCERIAS ESTRATÉGICAS - número 7 - Outubro/1999 "

    (sic) …o cinturão de radiação de Van Allen é uma região do campo magnético terrestre que apresenta fortes correntes elétricas, podendo abrigar prótons de alta energia que podem por em risco a vida de astronautas. Esse perigo é maior na região brasileira do que em qualquer outra região do globo terrestre, devido à excentricidade do eixo do dipolo geomagnético que faz com que tal cinturão seja mais próximo da superfície terrestre na região brasileira, que em qualquer outra parte do planeta. Prótons de 1 MeV de energia podem transpassar uma couraça de ferro de 25 cm de espessura e, dessa forma, podem colocar em risco a vida de um astronauta.

    A ionosfera e a termosfera equatorial constituem um sistema acoplado que possui características distintas quando comparadas a outras latitudes terrestre. Entre estas podem ser citados o eletrojato equatorial, cuja importância reside no fato de haver correntes eletrônicas fortíssimas numa altitude de 110 Km, ao longo do equador magnético terrestre.

    Existe também a Anomalia de Ionização Equatorial, também conhecida como Anomalia de Appleton, no plasma ionosférico. Formada por duas regiões de alta densidade de plasma sobre os trópicos que circulam paralelas ao equador magnético. Ainda sobre o Brasil, existe uma anomalia nominada Anomalia Geomagnética Brasileira (Também denominada Anomalia Geomagnética do Atlântico Sul), esta, de todas as anomalias está totalmente sobre o Brasil, se estendendo sobre boa parte da América do Sul, estando espalhada sobre o Atlântico Sul, atingindo parte da África do Sul. Na região onde ocorre, o campo magnético terrestre, também chamado campo geomagnético, é mais fraco que em qualquer outra parte do planeta. Isso ocorre, devida excentricidade do eixo do dipolo magnético terrestre.

    A conseqüência imediata são as fortes precipitações de prótons e elétrons provindos dos cinturões de radiação de Van Allen. Pode causar defeitos em satélites, indução de correntes no solo, black-out's de distribuição de energia elétrica em todo território brasileiro e zona de influência. A Anomalia, pode influir nas regiões ionosféricas aumentando ou diminuindo a densidade do plasma de alta altitude. Dependendo das condições solares, pode ser responsável pelo mascaramento dos sinais de radar, interferências nas telecomunicações, além de danos em sistemas e equipamentos eletro-eletrônicos.

    Outros fenômenos bastante interessantes são as bolhas ionosféricas que ocorrem na alta atmosfera e também são objeto de estudo.

    Estas são praticamente desconhecidas dos estudiosos de áreas diferentes da Aeronomia, Astronáutica e Espaço. Consistem de grande rarefação do plasma ionosférico. Ocorrem nos meses de outubro até março durante a noite, acompanham as linhas de campo geomagnético.

    Têm extensão de milhares de quilômetros, cobrindo praticamente todo o Brasil no sentido Norte-Sul, causam interferências sobretudo nos sistemas DGPS (Differential Global Positioning System). Foram descobertas entre 1976 e 1977 por cientistas brasileiros do INPE.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Ionosfera

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  22. OUTRAS REFERENCIAS, senao nao acabo nunca kkkk

    A Anomalia Magnética do Atlântico Sul, AMAS ou SAA (do inglês, South Atlantic Anomaly) é uma região onde a parte mais interna do cinturão de Van Allen tem a máxima aproximação com a superfície da Terra. O resultado é que para uma dada altitude, a intensidade de radiação é mais alta nesta região do que em qualquer outra. A AMAS é produzida por um "mergulho" no campo magnético terrestre nesta região, causada pelo facto de que o centro do campo magnético terrestre esta deslocado em relação ao centro geográfico por 450 km.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Anomalia_Geomagn%C3%A9tica_do_Atl%C3%A2ntico_Sul

    Bolhas ionosféricas ou Bolhas de plasma podem ser definidas como uma baixa densidade de plasma ionosférico que ocorre na região do equador magnético. Elas são fortemente influenciadas pela radiação magnética do equador magnético, e suas variações são dependentes do ciclo solar.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bolha_Ionosf%C3%A9rica

    A formação do plasma ionosférico é devida à absorção do extremo ultravioleta solar, raios X, íons provenientes do Sol, além de influências do campo eletromagnético da Terra.

    Aeroluminescência, ou quimiluminescência é o fenômeno da luminescência na atmosfera diurna; é causada pela emissão de fótons

    Luminescência noturna
    Geralmente é confundida com as auroras, que ocorrem em altas latitudes e surgem a partir da interação do campo magnético polar terrestre com o vento solar, entre outros fatores.

    Auroras
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Plasma_ionosf%C3%A9rico

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  23. O Cinturão de Van Allen

    é uma região onde ocorrem vários fenômenos atmosféricos devido a concentrações de partículas no campo magnético terrestre, descobertas em 1958 por James Van Allen.

    As radiações de Van Allen não ocorrem, salvo em raras exceções, nos pólos, e sim na região equatorial. Estas formam dois cinturões em forma de anéis, com centro no equador. O mais interno se estende entre as altitudes de mil e cinco mil quilômetros, sua intensidade máxima ocorrendo em média aos três mil quilômetros.

    Consiste de prótons altamente energéticos, que se originam pelo decaimento de nêutrons produzidos quando raios cósmicos vindos do espaço exterior colidem com átomos e moléculas da atmosfera terrestre. Parte dos nêutrons é ejetada para fora da atmosfera e se desintegra em prótons e elétrons ao atravessar esta região do cinturão. Essas partículas se movem em trajetórias espirais ao longo de linhas de força do campo magnético terrestre.

    O segundo cinturão, que fica situado entre 15.000 e 25.000 km, contém partículas eletricamente carregadas de origem tanto atmosférica quanto solar. São principalmente íons hélio trazidos pelo vento solar. As partículas mais energéticas deste são elétrons cuja energia atinge várias centenas de milhares de elétrons-volt.

    Os prótons são muito menos energéticos do que os do primeiro cinturão, porém seu fluxo é mais intenso.
    Via de regra, não existe entre os dois cinturões uma delimitação; eles fundem-se em altitudes variáveis.

    Durante os períodos de intensa atividade solar, grande parte das partículas eletricamente carregadas vindas do Sol consegue romper a barreira formada pelos cinturões de radiação de Van Allen. Ao atingir a alta atmosfera produzem os fenômenos de auroras polares e as tempestades magnéticas.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Cintur%C3%B5es_de_radia%C3%A7%C3%A3o_de_Van_Allen

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  24. Campo magnético terrestre

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_geomagn%C3%A9tico

    A Teoria Quântica de Campos

    é a aplicação conjunta da mecânica quântica e da relatividade especial aos campos que fornecem a estrutura teórica usada na física de partículas e na física da matéria condensada.

    Em particular, a teoria quântica do campo eletromagnético, conhecida como eletrodinâmica quântica (tradicionalmente abreviada como QED, do inglês "Quantum EletroDynamics"), é a teoria provada experimentalmente com maior precisão na Física.

    Resumidamente, pode-se dizer que a teoria quântica dos campos é uma teoria criada com o objetivo de descrever os campos de forma quantizada (na denominação mais antiga se chama segunda quantização). Por outro lado, a mecânica quântica lida essencialmente com a quantização da matéria e da energia.

    A teoria quântica dos campos considera tanto as partículas que compõem a matéria (quarks e leptóns) quanto os condutores de força (bósons mensageiros) como excitações de um campo fundamental de energia mínima não-nula (vácuo).

    Advento da teoria clássica dos campos
    A noção de campo surgiu inicialmente como uma construção matemática "conveniente" para descrever as forças, que são conceitos centrais na mecânica de Newton. Entretanto, no século XIX, devido principalmente aos trabalhos de Maxwell, o conceito de campo passa a ocupar o papel central na descrição física da realidade. De fato, a mudança foi ainda maior, porque foi então que surgiu a primeira grande unificação da física: a relação entre campos elétricos e magnéticos, bem como o reconhecimento de que a luz (óptica) é uma manifestação particular deste campo eletromagnético.

    Mecânica, Eletromagnetismo e Relatividade

    O eletromagnetismo foi a "raison d’être" do surgimento da relatividade. Com a inadequação das transformações de Galileu quando aplicadas à equação de onda tridimensional, surgiu um dilema: ou se preservava a mecânica clássica e abandonava-se o nascente eletromagnetismo, ou se preservava este e abandonava-se quase três séculos de previsões solidamente confirmadas pela experimentação.

    O caminho foi achado, surpreendemente, numa espécie de conciliação entre as duas alternativas.
    Inicialmente, Woldemar Voigt derivou em 1887 um conjunto de relações, baseado apenas na equação de onda ordinária, devida a Jean D'Alembert. Essas relações eram transformações espaciais e temporais que deixavam invariante a forma desta equação.

    Estas relações são as que se conhecem como transformações de Loretz-Fitzgerald, cientistas que redescobriram estas transformações mais tarde. Em particular, Lorentz o fez num contexto diferente, na tentativa de se reconciliar as teorias do éter com os resultados de experiências físicas, tais como a de Michelson-Morley. Einstein então entra em cena, com seu trabalho seminal de 1905, "Sobre a Eletrodinâmica dos Corpos em Movimento", onde introduz a relatividade, interpretando corretamente as transformações de Lorentz-Fitzgerald como alterações do espaço e do tempo em função da velocidade relativa entre os referenciais.

    cont aqui http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_qu%C3%A2ntica_de_campos

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