Nassim Haramein - "A Origem do Giro"
Falar de Nassim Haramein é algo que me agrada muitíssimo. Afinal, não é todo dia que surge um gênio do porte de Nikola Tesla e outros, e o melhor, com uma incrível capacidade de transmissão de informações em termos simples o suficiente para que um leigo possa entendê-las e compreender as infinitas possibilidades – diferentes de tudo que vimos publicamente até agora – que isso representa.
Nesse fascinante artigo, Nassim Haramein apresenta a solução para as incongruências das Equações de Campo de Einstein, e apresenta algumas das novas possibilidades e aplicações da descoberta, que, sem dúvida alguma, podem proporcionar uma mudança incrível em nosso mundo e em nossa percepção de realidade. Estou falando de uma completa revolução na física moderna aplicada, o que nos permitiria teleportes, energia livre, viagens dimensionais, dentre muitas, muitas outras coisas.
Com a aplicação da Solução Haramein-Rauscher no mundo civil (da mesma forma que as tecnologias de Tesla, confiscadas pela CIA em 1943 e amplamente utilizadas no mundo underground militar), não há dúvidas que nossa realidade mudará drasticamente. Isso se a população ganhar cada vez mais e mais força, pois, do contrário, logo logo as aplicações da solução Haramein-Rauscher serão usadas da mesma forma de sempre pela elite Illuminati – para controlar e manipular a população.
Felizmente, esse último cenário parece cada vez mais distante, pois mesmo enquanto vemos o ínicio real do colapso do dólar, vemos também o início da queda do Império e de seu sujo sistema financeiro, representado nesse momento pelo balanço parcial finalmente apresentado pelo FED (mesmo enquanto a mídia mainstream de todo o mundo oculta o fato), está muito próximo.
Com vocês, a Origem do Giro, por Nassim Haramein e traduzido em pt-br por Ecocidio.
Para fazer o download direto, clique aqui.A Origem Do Giro – Nassim Haramein (traduzido por Ecocidio.com.br)
A Origem do Giro
Por: Nassim Haramein - www.theresonanceproject.org Traduzido por: Ecocidio - www.ecocidio.com.br
Faça a pergunta, “Qual a origem da rotação ou giro de todos os objetos, desde galáxias, sóis e planetas até átomos e partículas subatômicas?” – e você pode ter a resposta que ele se origina no big bang como um impulso inicial (momento) e que tem seu giro desde então, em um ambiente sem fricção. Para essa resposta, agora você pode ter duas perguntas adicionais: Um ambiente sem fricção é uma boa representação de nossa observação, e, inicialmente, de onde veio a energia? Para a primeira pergunta, nosso universo é composto de não somente espaço, mas também matéria/energia – e todos interagindo nas dinâmicas de plasma das galáxias, sistemas solares (ventos solares) e por aí vai. mesmo no vácuo intergaláctico, que é o maior vácuo que já observamos, moléculas estão a apenas centímetros de distância. Todo esse conjunto interagindo não constitui um ambiente sem fricção. Na verdade, essa idealização padroniza mais o objeto girando como um sólido com sem nenhuma diferença de viscosidade de giro. Uma boa experiência que você pode fazer é ferver um ovo, e depois que o ovo estiver completamente frio, tentar girá-lo na sua mesa. ele irá girar de uma maneira uniforme e você pode imaginar que se esse fosse um ambiente sem fricção o ovo poderia girar para sempre. Agora realize a mesma experiência com um ovo cru; você irá perceber que o ovo rapidamente diminui sua velocidade devido a seu núcleo viscoso. Agora visualize o magma viscoso dentro de nosso planeta – ele certamente não está girando em um ambiente sem fricção. de fato, acredita-se que o centro de nossa Terra age como um dínamo para gerar nosso campo magnético; contudo, nada explica de onde o momento de impulso inicialmente vem. de onde a força está vindo? O mesmo dilema se aplica para os giros de todos os objetos – nosso sol, galáxias, átomos, partículas subatômicas, etc., o que nos trás de volta para a segunda parte da pergunta feita acima, a respeito da origem da energia do giro. A origem da energia é desconhecida e à nível quântico das partículas subatômicas, causalidade não é abordada!
Ainda, sem o giro/rotação nada da realidade pode vir a existir. Todas as coisas giram! mesmo aquelas que não o parecem! Você pode dizer. “uma árvore não gira,” mas na verdade cada átomo naquela árvore gira, e aquela árvore está num planeta que está girando, e esse planeta está girando dentro de um sistema solar, que está girando dentro de um disco galáctico e assim por diante. Assim poderíamos dizer que o giro é fundamental para a criação, e objetos aparentemente inanimados somente existem porque os átomos girando dentro permitem os objetos radiarem, e, portanto, aparecerem em nossa realidade. Assim que um importante esforço da física seria encontrar as forças fundamentais necessárias para criar o giro já que, se essas forças fossem conhecidas, nós finalmente conheceríamos as fundações da realidade. essa é uma coisa valiosa para saber – não se preocupe com o fato de isso poderia fornecer pistas importantes sobre energia e gravidade, que podem ter impactos enormes no nosso atual estado de tecnologia e ecologia. Ainda, em todos os meandros tanto da teoria quântica e equações relativísticas (e eu garanto que essas complexidades não são triviais), nenhuma equação, nenhum conceito, nenhuma teoria fundamental foi, até o momento, postulada para descrever a origem do giro. essa deficiência no conhecimento da dinâmica do giro/rotação é o que levou o proeminente ganhador do Prêmio Nobel C.N. Yang (da famosa equação Yang-mills) a comentar que , “a teoria da relatividade geral de einstein, embora profundamente bonita, é suscetível de ser alterada...” e que essa alteração, “de alguma forma envolve giro e rotação.” embora o dr. rauscher e eu não soubéssemos da declaração mais acurada do dr. Yang, nós acreditamos que nosso artigo recém completado, intitulado, “A Origem do giro: Uma consideração do Torque e Forças Coriolis nas equações de Campo e Teoria da grande Unificação de einstein” concerne exatamente a essa questão. Como você pode deduzir do título, nós imbuímos espaço-tempo* einsteiniano com um torque e termo Coriolis que se torna a causa e origem de todos os giros. Nós então resolvemos a equação e relatamos a solução para
uma TgU (Teoria da grande Unificação) modificada para a escala de realidade das partículas eletromagnéticas e subatômicas. Ao fazermos isso, chegamos à verdadeira visão da Unificação, pois unimos o macro e o micro. Claro, há muita matemática a ser feita ainda; todavia, essa correção nas equações de Campo de einstein – acreditamos – torna-se o alicerce de onde um novo nível de física pode ser escrito, que gera uma imagem mais completa e acurada não somente das formações galácticas e estruturas dos sistemas solares, mas também para a mecânica dos plasmas planetários e dinâmicas atômicas e subatômicas. embora a matemática envolvida possa parecer complexa, os conceitos são muito simples. einstein, com suas belas equações de campos, mostrou que a gravidade não é uma força resultante dos objetos em si (como na visão Newtoniana), mas que a gravidade é uma força resultante da curvatura do espaço-tempo na presença de matéria/energia. imagine uma bola posta no centro de uma superfície flexível como um trampolim. A bola iria curvar a superfície do trampolim (espaço-tempo) ao seu redor de forma que nenhuma outra bola na superfície daquele trampolim seria atraída para ela. essa é a visão padrão simplificada do resultado das equações de Campo de einstein descrevendo a gravidade. essas equações têm sua base em equações anteriores que são conhecidas como equações La-Plasse-Poisson, que descrevem gradientes (nesse caso, gradientes de densidade), fazendo o espaço-tempo curvar mais ou menos, dependendo da densidade/massa do objeto. Agora, o que fizemos foi adicionar um termo nas equações de einstein que atua como uma força fundamental no espaço-tempo gerando torque, que está forçando a multiplicidade do espaço-tempo a girar – assim como o motor de um carro deve aplicar força de torque nas rodas para que elas girem. Alguém pode perguntar, “mas de onde o torque do espaço-tempo está vindo?”, ou seja, “onde está o motor?” A resposta é, assim como pensamos na curvatura do espaço-tempo gerando gravidade como um aumento de densidade na presença de matéria/ energia, podemos pensar na força de torque da curvatura do espaço-tempo aumentando conforme o aumento da densidade. Assim, o torque vem
da mudança na densidade (ou gradiente) na geometria do espaço-tempo. Para dar-lhe uma imagem mental, substitua a superfície do trampolim que estávamos discutindo anteriormente por uma superfície de tensão de água conforme desce pelo ralo de uma banheira. A mudança de densidade entre o ar do ralo e a água faz com que a superfície da água se curve em direção ao ralo, mas, significativamente, a superfície não é mais uma curva suave (como no exemplo do trampolim), mas agora ela se curva conforme a água vai para baixo e o ar é expulso. Outra forma de olhar para isso é analisar a dinâmica dos padrões climáticos na Terra (note que para esse exemplo, o mesmo pode ser dito para as correntes marítimas). Tome como exemplo um furacão. Como resultado de uma diferença relativamente pequena na densidade/temperatura na atmosfera, correntes imensas reúnem grandes quantidades (tons e tons) de água orbitando em uma estrutura altamente definida – algumas vezes centenas de quilômetros – resultando em enormes eventos de energia que incluem enormes descargas eletromagnéticas, ventos de alta velocidade e algumas vezes tornados afunilados. Agora compare essas dinâmicas àquelas das galáxias com seus discos galácticos espiralando. essas similaridades são óbvias, contudo em nossa equação a mudança da densidade não está no ar de um planeta, mas nos gases de plasma do nosso universo. Por exemplo, lembre-se que a densidade do vácuo relativo entre as galáxias – embora sendo o maior vácuo estudado e milhões de vezes mais vácuo do que o de nosso sistema solar – tem seus átomos a apenas alguns centímetros de distância. Ainda assim, a densidade do vácuo dentro de nossa galáxia é muito maior. A diferença nas densidades, neste caso, assim como as diferenças de densidades e correntes de ar em nosso planeta criando furacões, é o que gera o espaço-tempo aplicando torque na matéria/energia, e a girando na topologia observada de um disco galáctico com seus halos e jatos polares galácticos. mais, como no caso para um furacão, forças Coriolis ditam estruturas muito específicas que estão relacionadas a um torus (estrutura
de donut) ou mais especificamente, em uma bolha de torus duplo, porque as forças Coriolis manifestam-se em dois padrões rotacionais opostos.
Nós demos o nome a essa alteração nas equações de Campo de einstein de a Solução Haramein-rauscher. Acreditamos que ela irá predizer mais acuradamente as dinâmicas observadas em nosso universo, incluindo seus clusters de galáxias, estruturas galácticas e dinâmica do plasma planetário. essa solução também pode ser capaz de descrever comportamentos de estruturas galácticas e o universal sem a necessidade de inclusões exóticas como a anti-matéria e anti-energia. Outro resultado interessante desta alteração é que encontramos uma relação topológica (geométrica) entre o torus duplo do espaço-tempo múltiplo de nossa solução com a estrutura de partículas subatômicas descrita pelos modelos de grupos teóricos, tipicamente usados para descrever as interações entre partículas subatômicas. A relação envolve uma estrutura geométrica muito específica chamada de cuboctaedro, ou, em outros casos, um vetor de equilíbrio, que pode ser construído a partir de oito (8) tetraedros de arestas salientes gerando doze (12) vetores radiais e vinte e quatro (24) vetores de arestas. esta relação de modelo teórico nos permite então unificar as forças em escala atômica a objetos de escala macro-cósmica, e portanto gera uma Teoria de Campo Unificado. Além disso, os doze vetores radiais de topologia cuboctaedral gerando um campo de torus duplo são os vetores base de uma estrutura fractal 3d que descobri muitos anos atrás e concluí ser a geometria fundamental da criação em todas as escalas (para ver esse modelo fractal único, vá em www.theresonanceproject.org/graphics/3d.htm).
Você poderia imaginar a mesma bolha de torus duplo e o cuboctaedro ocorrendo em todas as escalas, dirigidas pelas forças de torque do espaço-tempo enquanto a densidade aumenta em direção à escala microscópica do átomo, e, no caminho, girando tudo em existência. em um trabalho em progresso, estamos escrevendo uma equação de balanço entre as forças de torque gravitacional do espaço-tempo e as forças repulsivas eletromagnéticas. Nessa visão, então, o Universo parece estar girando em movimento perpétuo em um ambiente sem fricção apenas devido a troca entre o torque do espaço-tempo e a en-
tropia eletromagnética, onde o torque supera a viscosidade de fricção da dinâmica de plasmas do Universo para gerar bilhões de anos de rotação de um modo aparentemente sem fricção em todas as escalas. isso nos trás uma visão mais profunda da dinâmica do buraco negro onde buracos negros não estão mais apenas absorvendo material/informação, mas radiando essa informação de volta na forma de radiação eletromagnética, e o feedback entre os dois gera a topologia da estrutura do torus duplo da solução Haramein-rauscher dirigida pelo espaço-tempo. Agora o buraco negro já não é mais preto já que seu evento horizonte exterior radia, que é o que tenho chamado de a porção buraco branco. Aqui o buraco negro/buraco branco são concêntricos um em relação ao outro, onde o buraco negro está dentro e o buraco branco está concentricamente estruturado fora, e ativa a dinâmica de plasma e as forças Coriolis da ergosfera do buraco negro, o qual chamo de buraco preto-e-branco. O dr. Stephen Hawking, que por praticamente trinta anos insistiu que os buracos negros não pudessem irradiar informação, em um recente pronunciamento fez uma volta de 180 graus em sua visão (muito para seu crédito), predizendo que buracos negros podem ser capazes de irradiarem informação. isso tem sido uma contingência fundamental para essa unificação de visão por quase vinte anos, e estou muito ansioso para ver essas visões serem abraçadas por outros. interessantemente, cheguei a essas conclusões muito antes de confirmar essas relações com a matemática padrão. eu o fiz usando lógica pura, uma observação atenta da natureza e extrapolações geométricas, algumas resultantes de profundos estudos de símbolos antigos e escolas de pensamento esotérico, como a escola Pitagoreana e antigos textos hebraicos e egípcios. em muitos aspectos, sem saber eu segui um caminho de investigação similar a de Sir isaac Newton, o qual passou uma parte significativa de sua idade adulta profundamente imerso em textos e monumentos antigos antes de chegar às suas leis fundamentais da natureza. mas estou colocando o carro na frente dos bois – isso é tudo para um
futuro artigo, sobre o aparentemente profundo entendimento da geometria da natureza e o que isso significa em nossa era moderna tecnológica. 1 – Autor de: “A Origem do giro: Uma Consideração do Torque e Forças Coriolis nas equações de Campo e na Teoria de Campos Unificados de einstein” *Nota do tradutor: Na verdade, o termo mais correto é tempo-espaço, uma vez que espaço-tempo define o tempo em função do espaço – e, portanto, linear – quando na verdade o tempo é radial e o espaço é uma função do tempo. Também são conhecidos como “tempo galáctico ou freqüência 13:20 (tempo-espaço) e tempo artificial (espaço-tempo) ou freqüência 12:60”.
Nassim HARAMEIN 3FebSOLirisTV 1de7
PROGRAMA de SOLirisTV del
3 de Febrero, 2011, 22 hora de España
En www.fundacion-soliris.eu/radiotv.html
Podréis hacer preguntas por chat cuando estemos en directo
entrevista con
Nassim Haramein
Científico de relevancia mundial por unir la física y la astrofísica con conocimientos ancestrales del Tao y la Cábala. Su propósito es unir la ciencia, el espíritu y la conciencia para entender el papel del ser humano en el planeta Tierra. NOS DA UNA VISION COHERENTE DEL UNIVERSO, ya que nos muestra un universo que toma en cuenta al ser humano dentro de su entorno cósmico, para poder volver a unas creencias coherentes que nos ayuden a evolucionar, a saber que estamos evolucionando, que hay un plan de evolución y así podemos tener responsabilidad de nuestros actos. Si todo sucede al azar lo podemos ver como víctimas de la mala suerte y que dará igual nuestro esfuerzo por mejorar.
Todo esto finalmente podemos verlo diferente y entender nuestro lugar en el universo y que en todo ese mundo desconocido, como en el conocido, por cada acción hay una reacción. La genialidad de Nassim es responder porque todo está moviéndose, desde el giro del electrón. ya puede responder porque los planetas, las estrellas y las galaxias giran constantemente y de dónde sacan la energía para hacerlo.
Por absurdo que sea, la física aun no podía explicar esto. Y sobre todo no es un universo que solo se expande, según se había decidido hasta ahora en la teoría del BigBang, sino que también se contrae y sigue las leyes del TAO, la filosofía ancestral de China, el Yin y Yang todo es una respiración del cosmos, lo que se expande también se contrae. Esto ha sucedido por mirar al universo como hacían los antiguos con geometría y sobretodo viendo que todo cumple una proporción PHI, llamada proporción AUREA de la geometría sagrada.
Básicamente dice que nosotros vemos la expresión de expansión en el universo, que es la irradiación del Yang pero la contracción o absorción del Yin que sucede volviendo a la singularidad que llamamos el Vacio no la vemos, es como el punto de quietud y de silencio que aun no nos hemos percatado que también está en movimiento, hacia adentro, hacia la singularidad, y demuestra que nunca llegamos allí, y todo esta respirando exhalación cósmica e inhalación cósmica. Ya no hace falta las leyes de la física fuerte y débil y todo toma un nuevo sentido y encaja perfectamente en la observación de la naturaleza, desde las espirales que forman los tornados y huracanes, a las galaxias.
Esta teoría nueva diría que en el centro del sol existe un agujero negro que ejerce la fuerza gravitatoria de todos los planetas y en el centro de la Tierra también hay un agujero negro que crea la fuerza de la gravedad y debido al tamaño del agujero negro y nosotros estar a una distancia especifica que ejerce menos fuerza, nos mantiene pegados a la Tierra sin succionarnos totalmente, mientras que las fuerzas electromagnéticas del cielo nos mantienen despiertos erguidos y creativos.
La fuerza electromagnética la recibimos de la irradiación del nuestro padre el Sol, nos despierta y nos pone activos.
La fuerza gravitacional la recibimos de nuestra madre la Tierra, nos ayuda a descansar y a mantener el ritmo, básicamente nos entregamos a la implosión del agujero negro al ir a dormir.
En esta teoría Nassim ha podido expresar que las células de nuestro cuerpo en vibración están en una escala intermedia entre el Macro y Micro cosmos y así nos incorpora dentro del cosmos para poder actuar como intermediarios de lo mas grande a lo mas pequeño, como antenas cósmicas electromagnéticas y con raíces gravitacionales.
Así con nuestra CONcienCIA conozcamos que nuestra existencia esta haciendo algo en este enorme movimiento evolutivo de un entorno enorme y difícil de imaginar para nuestra mente. CONcienCIA es darnos cuenta que lo que hacemos se toma en cuenta, que no es en vano, y que si merece hacer el esfuerzo necesario para ayudar a mejorar las cosas de nuestro entorno. Algo muy necesario para alentarnos a seguir ya que al mira a nuestro alrededor ahora, llegando al máximo de entropía, solo vemos intereses abusivos y confusión de valores.
http://theresonanceproject.org/
Mas información relacionada en www.fundacion-soliris.eu/universotao.htm



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