IMPERDIVEL, EM PORTUGUES - Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.
Documentário de Jorge Furtado
You Tube TV - http://yttv.blogspot.com
31 Dezembro 2009
Ilha das Flores - Parte 1
14 Dezembro 2009
Gemínidas é uma chuva de meteoros de alta atividade agora em dezembro
GREAT Geminidas: Segundo a Organização Internacional de Meteoros, dark-céu taxas de meteoros Geminid atingiu ontem à noite em mais de 160 por hora (actualização). Durante o período de atividade máxima, Bjørnar G. Hansen fotografada esta listras bola através da aurora boreal sobre Kvaløya , Noruega:
"Eu tirei a foto com uma Nikon D3", diz Hansen. "É uma exposição de 30 segundos."
Em alguns lugares, as taxas aumentaram ainda mais rapidamente. Relatórios Robin Busscher da Holanda: "Entre a meia-noite e 2 da manhã, vimos um grande show de Geminidas com até 5 meteoros em apenas 10 segundos. Isso é ainda mais do que o máximo previsto de 140 por hora! "
UPDATED: Geminid Meteor Galeria
[Mapa do céu] [radar meteoro] [Geminid conta]
AURORA MASQUERADE: "Ontem à noite fomos para o país para assistir ao Geminidas, e vimos um monte deles", relata
MP Markkanen de Kuusamo, Finlândia. "Eles estavam em todo o céu, às vezes com várias bolas de fogo dentro de apenas alguns segundos."
"Quando voltei para casa fui tratado a um outro tipo de show de luzes", diz ele. Ele fotografou a tela usando uma Nikon D80:
Foi uma aparição de pilares de luz, causada pelas luzes urbanas refletidas de cristais de gelo no ar. "Eles dançaram no céu como auroras geladas como Geminidas poucos voou passado em segundo plano. Tudo somado, foi um dia lindo SpaceWeather!"
Near-Earth Asteroids
Potencialmente Perigosos Asteroids (PHAs) são rochas espaço maior do que aproximadamente 100 milhões que pode chegar mais perto da Terra do que 0,05 UA. Nenhum dos PHAs é conhecido em rota de colisão com nosso planeta, embora os astrônomos estão encontrando novas o tempo todo.
Em 14 de dezembro de 2009 existiam 1.086 asteróides potencialmente perigosos.
Dezembro 2009 Terra encontros asteróide:
http://spaceweather.com/
As Gemínidas é uma chuva de meteoros de alta actividade semelhante às bem conhecidas chuvas das Perseidas ou às Oriónidas.
O seu nome deriva, não do corpo que lhes dá origem, mas sim do local do céu de onde parecem surgir, a zona do céu chamada radiante. No caso das Gemínidas, parecem surgir na constelação dos gémeos, mais precisamente, junto ao “Castor”.
As suas actividades ocorrem entre os dias 7 a 17 dezembro, tendo o seu pico máximo nas noites dos dias 13 e 14 desse mês.
Devido ao seu declínio de 33 º, torna-se uma chuva de meteoros típica do hemisfério Norte, permitindo uma boa visibilidade durante as noites destes dias.
O responsável por este fenómeno é o corpo gêmeo do asteróide (3200) Phaeton. Esta relação foi revelada após a descoberta do asteróide em 1983 pelo satélite IRAS e foi a primeira chuva de meteoros a estar claramente ligada a um asteróide. Embora muitos acreditem que o asteróide seja apenas um cometa extinto, e que as partículas que produzem a chuva de meteoros foram ejetadas durante vários séculos.
Fica então o convite para assistirem a mais uma magnifica e fria noite de chuva de estrelas amanhã e 2ªfeira (dias 13 e 14 de Dezembro)
Local de observação: qualquer local com boa visibilidade do céu, pois o laboratório dos Astrónomos está sempre por cima das nossas cabeças e à disposição de todos.
Twitter Meteorwatch Report – http://www.astronomy2009.co.uk/index.php/news-mainmenu-37/22-announcements/124-twitter-meteorwatch-report
Newbury Astronomical Society – http://www.newburyas.org.uk/
Newbury Astronomical Society (twitter) – http://twitter.com/NewburyAS
Os planetas, o calendário maia e, é claro, uma superprodução de Hollywood 2012, UMA PORCARIA DE FILME!
O fim do mundo em 2012Os planetas, as estrelas, o calendário maia e, é claro, uma superprodução de Hollywood reavivam a ideia aterrorizante do apocalipse e levantam uma questão: por que continuamos a acreditar em profecias finalistas apesar de todas elas terem fracassado redondamente?André Petry, de Nova York
O escritor Patrick Geryl tem 54 anos, escreveu uma dezena de livros, nunca se casou, não tem filhos e atualmente anda muito ocupado preparando-se para o fim do mundo. Na semana passada, esteve em Sierra Nevada, no sul da Espanha, acompanhando uma equipe de televisão do Canadá, numa vistoria às habitações que estão sendo construídas ali. São ocas de cimento capazes de resistir ao cataclismo que, acredita Geryl, destruirá o planeta Terra no dia 21 de dezembro de 2012. "Queremos um lugar a uns 2 000 metros acima do nível do mar", explica. Ele e seu grupo pretendem levar 5 000 pessoas para um local que resistirá aos horrores do apocalipse. Será o último dia do resto da humanidade, acredita Geryl, um dia para o qual ele se prepara desde a adolescência, quando, aos 14 anos, na histórica cidade belga de Antuérpia, começou a se interessar pelo assunto lendo livros de astronomia. Ao voltar da Espanha, Geryl ocupou-se em relacionar os itens que devem ser levados para o bunker antiapocalipse. Na lista coletiva, havia 348, faltando ainda incluir os medicamentos. Na de uso individual, 86.
O ano de 2012 tornou-se o centro de gravidade do fim do mundo por uma confluência de achados proféticos. Primeiro, surgiu a tese de que a Terra será destruída com a volta do planeta Nibiru em 2012. Depois, veio à tona que o calendário dos maias, uma das esplêndidas civilizações da América Central pré-colombiana, acaba em 21 dezembro de 2012, sugerindo que se os maias, tão entendidos em astronomia, encerraram as contas dos dias e das noites nessa data é porque depois dela não haverá mais o que contar. Posteriormente, apareceram os eternos intérpretes de Nostradamus e, em seguida, vieram os especialistas em mirabolâncias geológicas e astronômicas com um vasto cardápio de catástrofes: reversão do campo magnético da Terra, mudança no eixo de rotação do planeta, devastadora tempestade solar e derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da Via Láctea – tudo em 2012 ou em 21 de dezembro de 2012.
Com tantas sugestões, a profecia ganhou as ruas. No dia 13 de novembro, terá lugar a estreia mundial de 2012, uma superprodução de Hollywood que conta a saga dos que tentam desesperadamente sobreviver à catástrofe final. No site da Amazon, há 275 livros sobre 2012. Nos Estados Unidos, já existem lojas vendendo produtos para o apocalipse. Os itens mais comercializados são pastilhas purificadoras de água e potes de magnésio, bons para acender o fogo. É sinal de que os compradores estão preocupados com água e fogo, numa volta ao tempo das cavernas. Na Universidade Cornell, que mantém um site sobre curiosidades do público a respeito de astronomia, disparou o número de perguntas sobre 2012. Há os que se divertem, pois não acreditam na profecia. Entre os que acreditam, os sentimentos vão da tensa preocupação, como é o caso de Patrick Geryl, autor de três livros sobre 2012, todos publicados no Brasil, até o pavor incontrolável. O fim do mundo é uma ideia que nos aterroriza – e, nesse formidável paradoxo que somos nós, também pode ser a ideia que mais nos consola. Por isso é que ela existe. No inventário dos fracassos humanos, talvez não haja aposta tão malsucedida quanto a de marcar data para o fim do mundo. Falhou 100% das vezes, mas continua a se espalhar, resistindo ao tempo, à razão e à ciência. As tentativas de explicar esse fenômeno são uma viagem fascinante pela alma, pela psique, pelo cérebro humano. Uma das explicações está no fato de que o nosso cérebro é uma máquina programada para extrair sentido do mundo. Assim, somos levados a atribuir ordem e significado às coisas, mesmo onde tudo é casual e fortuito. As constelações no céu, por exemplo, são uma criação mental para organizar o caos estelar. Ao enxergarmos as constelações de Órion ou Andrômeda, encontramos ordem e sentido. O dado complicador é que a vida, no céu e na terra, deve muito mais às contingências do acaso do que ao determinismo. O espermatozoide que fecundou o óvulo que gerou Albert Einstein foi um produto do acaso, resultado de uma disputa entre espermatozoides resolvida por milésimos de segundo. Assim como aconteceu, poderia não ter acontecido. Recuando no tempo, a própria humanidade, analisada do ponto de vista científico, é fruto do acaso. Por um acidente, um peixe pré-histórico desenvolveu barbatanas que, à imitação de pernas ou patas, lhe permitiram enfrentar a gravidade da Terra e, assim, por acaso, viabilizou o desenvolvimento de vertebrados fora da água. Bilhões de anos depois, cá estamos nós, bípedes, inteligentes, comendo sorvete de morango, descobrindo a estrela mais antiga e nos deliciando com Elizabeth Taylor deslumbrante como Cleópatra. Tudo por acaso. A preponderância do aleatório sobre o determinado pode dar a sensação de desesperança, de que somos impotentes diante de todas as coisas. Talvez nisso residam a beleza e a complexidade da vida, mas o fato é que o cérebro está mais interessado em ordem do que em belezas complexas. Por isso, quando não vê significado nas coisas naturais, ele salta para o sobrenatural. "Nascemos com o cérebro desenhado para encontrar sentido no mundo", diz o psicólogo Bruce Hood, da Universidade de Bristol, na Inglaterra, autor de Supersense: Why We Believe in the Unbelievable (Supersentido: Por que Acreditamos no Inacreditável). "Esse desenho às vezes nos leva a acreditar em coisas que vão além de qualquer explicação natural." O achado de Hood foi descobrir que as crenças talvez não sejam fruto nem da religião nem da cultura, mas uma expressão de como o cérebro humano trabalha. É o que ele chama de "supersentido". É o supersentido que nos leva a bater na madeira, dar valor afetivo a um objeto ou conversar com Deus. A religião seria uma criação mental através da qual o cérebro atende a sua necessidade por sentido. O apocalipse, nesse caso, é uma saída brilhantemente engenhosa. Explica duas questões que atormentam a humanidade desde sempre: o significado da vida e a inevitabilidade da morte. Somos a única espécie com consciência da própria morte e, no entanto, não sabemos o significado da vida. Afinal, por que estamos aqui? A pergunta, em si, revela nossa busca por sentido, devido à nossa dificuldade de conviver com a possibilidade de que, talvez, não estejamos aqui por alguma razão especial. O apocalipse é uma resposta. Está descrito nos seus mínimos e horripilantes detalhes no Livro do Apocalipse, escrito pelo evangelista João, por volta do ano 90 da era cristã, quando estava preso, perseguido pelo Império Romano.
O começo do fim do mundo, diz João, será anunciado por sinais tenebrosos: um céu negro, uma lua cor de sangue, estrelas desabando sobre a Terra e uma sucessão de desastres varrendo o planeta na forma de terremotos, inundações, incêndios, epidemias. O Anticristo então dominará a Terra por sete anos, ao fim dos quais Jesus Cristo descerá dos céus com um exército de santos e mártires – e vencerá Satã, a besta. Depois de 1 000 anos acorrentado, Satã conseguirá se libertar e forçará Jesus Cristo a travar uma segunda batalha, a terrível batalha do Armagedom. Derrotado Satã, todos nós, vivos e mortos, nos sentaremos no banco dos réus do tribunal divino. Os bons irão para o paraíso celestial. Os maus arderão no fogo eterno. É uma narrativa tão magicamente escatológica que Thomas Jefferson, o terceiro presidente dos Estados Unidos, a chamou de "delírio de um maníaco". Bernard Shaw, o grande teatrólogo irlandês, disse que era o "inventário das visões de um drogado". Delírio ou visões, o Livro do Apocalipse explica tudo. O professor Ralph Piedmont, do Loyola College, em Maryland, especialista em psicologia da religião, afirma: "O Apocalipse de João explica a morte, ao informar que vamos ressuscitar, e dá sentido à vida, ao dizer que é uma provação". Subsidiariamente, o apocalipse atende a outra necessidade humana, a de acreditar num mundo regido por uma ordem moral. Os historiadores atribuem o surgimento da visão apocalíptica ao persa Zoroastro, ou Zaratustra, que viveu uns 1 000, talvez 1 500 anos antes de Cristo. Ele foi o primeiro a falar de uma batalha cósmica entre o bem e o mal, mais tarde aproveitada pelos profetas Ezequiel, Daniel e, principalmente, João. "Num mundo em que, com frequência, os bons sofrem e os maus prosperam, a promessa de um julgamento moral é um consolo profundo", diz Michael Barkun, professor de ciência política da Universidade de Syracuse, que estuda a relação entre violência e religião. Eis por que o fim do mundo aterroriza mas também pode nos consolar. Nem sempre o apocalipse vem numa embalagem religiosa. A profecia de 2012 começou com base em eventos astronômicos e calendários antigos. Só depois recebeu a adesão de seitas espiritualistas e cristãs, mas originalmente 2012 é, digamos, um fim do mundo pagão. Se não é um fim com prêmio aos bons e punição aos maus, então por que acreditamos em profecias que nunca dão certo? A explicação começou a surgir nos anos 50, quando o brilhante psicólogo americano Leon Festinger (1919-1989) resolveu testar uma hipótese revolucionária: a de que, diante de uma profecia fracassada, os fiéis não desistem de sua crença, mas, ao contrário, se aferram ainda mais a ela. Festinger e seus colegas se infiltraram numa seita do fim do mundo e descobriram exatamente o que imaginavam. O grupo era formado por quinze pessoas e liderado por uma dona de casa de Michigan, Marion Keech, que fora informada por extraterrestres de que o mundo acabaria com uma inundação no dia 21 de dezembro – olha a data aí de novo – de 1954. Antes da catástrofe final, Marion e seguidores seriam resgatados pela nave-mãe e levados para um lugar seguro. Na data e hora marcadas, eles se reuniram para esperar o resgate, e não apareceu nave nenhuma. Passou uma hora, e nada. Duas horas, e nada. Eles estavam tensos e preocupados, alguns começando a dar sinais de descrença naquilo tudo, até que, quase cinco horas depois, Marion foi novamente contactada pelos extraterrestres com uma novidade redentora: o grupo ali reunido, com o poder de sua crença, espalhara tanta luz que Deus cancelara a destruição do mundo. Os membros reagiram com entusiasmo. Haviam encontrado um meio de acreditar que a profecia, afinal, estava correta. O caso foi contado no livro When Prophecy Fails (Quando a Profecia Falha) e se tornou um dos fundamentos do que veio a se chamar teoria da dissonância cognitiva. É a inclinação que temos para reduzir o profundo desconforto provocado por duas informações conflitantes – no caso, a crença de que o mundo vai acabar e a evidência incontornável de que o mundo não acabou. Há exemplos mais rotineiros, como o sujeito que sabe que o cigarro pode matar e, no entanto, fuma dois maços por dia. Tem-se uma "dissonância cognitiva", que precisa ser resolvida: ou o sujeito para de fumar ou racionaliza que o cigarro, no fundo, acalma, emagrece, seja o que for. Meio século depois, a tese de Festinger será ainda válida para explicar a crença inabalável em profecias finalistas? "É, ainda, a melhor explicação psicológica", diz Daniel Gilbert, da Universidade Harvard, autor de um trabalho pioneiro sobre como enxergamos o futuro – com lupa, diz ele, sempre dando a sucessos ou fracassos importância muito maior do que efetivamente terão quando (e se) acontecerem. As profecias do apocalipse são um desastre como previsão do futuro, mas excelentes como alegorias do presente. A coleção de afrescos e pinturas clássicas que retratam o Juízo Final, como a obra-prima de Michelangelo na Capela Sistina, reflete o temor do tribunal divino e o domínio da Igreja Católica de então. Depois da II Guerra, os filmes de Hollywood, grandes difusores da catástrofe final, passaram a enfocar o fim do mundo como resultado de uma guerra nuclear ou de um monstro deformado pela radioatividade. Estavam narrando as aflições dos americanos com a bomba de Hiroshima e Nagasaki e a chegada da corrida armamentista com a União Soviética. É o momento em que o apocalipse começa a ter duas fontes – a religião e a ciência. Nos anos 60, com as profundas transformações varrendo os EUA, da Guerra do Vietnã à revolução sexual, do advento do computador ao movimento dos direitos civis, dos Beatles a Woodstock, o apocalipse mudou de lugar. "O livro da revelação deixou o gueto cristão e entrou no coração da política americana e da cultura popular", escreve Jonathan Kirsch em A History of the End of the World (Uma História do Fim do Mundo), um ótimo inventário do apocalipse.
Desde os anos 50, cada década tem pelo menos uma dúzia de filmes apocalípticos dignos de nota, de Godzilla a Apocalypto, de O Planeta dos Macacos a Matrix, de O Bebê de Rosemary a Presságio. Eles sempre narram algo do seu tempo. Há estudiosos que acreditam que mesmo o Livro do Apocalipse teria sido uma resposta às perseguições que os cristãos sofriam no Império Romano – e a besta, o Anticristo, o Satã seriam Nero, o imperador que tocou fogo em Roma. Como os apocalipses tomam a forma de sua época, o Anticristo se atualiza. Na II Guerra, era Adolf Hitler. Hoje, é Osama bin Laden. Isso é claro nos EUA, cuja condição de potência acaba por difundir suas neuroses e seus achados para o mundo todo. O apocalipse na cultura? Antes, eram os hippies com sua percepção extrassensorial e drogas alucinógenas. Depois, no ano 2000, foi o tecnoapocalipse, na forma do bug do milênio. O apocalipse na política? Antes, era o Exército Vermelho. Agora, é o terrorismo islâmico. Como disse Eric Hoffer (1902-1983), que passou a vida como estivador e filósofo: "Movimentos de massa podem surgir e se espalhar sem a crença num deus, mas nunca sem a crença num diabo". Nenhuma das hipóteses do fim do mundo em 2012 mencionadas nesta reportagem faz sentido. O planeta Nibiru nem existe. A civilização maia, cujo auge se deu entre 300 e 900 da era cristã, tinha três calendários: o divino, o civil e o de longa contagem, que termina em 2012. "Mas os maias nunca afirmaram que isso era o fim do mundo", diz David Stuart, da Universidade do Texas, considerado um dos maiores especialistas em epigrafia maia. Uma mudança no eixo de rotação da Terra é impossível. "Nunca aconteceu e nunca acontecerá", garante David Morrison, cientista da Nasa, agência espacial americana. Reversão do campo magnético da Terra? Acontece de vez em quando, de 400 000 em 400 000 anos, e não causa nenhum mal à vida na Terra. Tempestade solar? Também acontece e em nada nos afeta. Derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da galáxia? Não haverá nenhum alinhamento planetário em 2012, e, bem, quem souber onde fica "o centro" da nossa galáxia ganha uma viagem interplanetária. Mas Patrick Geryl, que se prepara para o fim do mundo, está certo de que tudo termina em 2012. E se não terminar? Geryl pensa, olha para o alto e responde: "Não existe essa hipótese". Ele e seu grupo encontrarão uma boa explicação quando o dia raiar em 22 de dezembro de 2012. Afinal, é preciso se preparar para um novo fim do mundo. |
Nova Medicina Alemã - Dr. Hamer descobriu que cada doença – não somente o câncer – é controlado de sua própria área específica no cérebro e ligado a um “choque conflitante”
Por Caroline Markolin, Ph.D., Vancouver, Canadá
Publicado em 21 de novembro de 2009
Introdução
Em 18 de Agosto de 1978, o Dr. Ryke Geerd Hamer, médico, na época, especialista em doenças da cabeça, na clínica oncológica, na Universidade de Munique, Alemanha, recebeu a notícia chocante de que o seu filho Dirk, tinha recebido um tiro. Dirk morreu em Dezembro de 1978. Alguns meses mais tarde, o Dr. Hamer foi diagnosticado com câncer testicular. Desde que ele nunca esteve seriamente doente, ele supôs que o desenvolvimento do seu câncer poderia estar diretamente relacionado com a perda trágica do seu filho.
A morte de Dirk e a sua própria experiência com o câncer levou o Dr. Hamer a investigar a história pessoal dos seus pacientes com câncer. Ele constatou rapidamente que, como ele, todos tinham passado por algum episódio excepcionalmente estressante anterior ao desenvolvimento do câncer. A observação de uma conexão mente-corpo não foi realmente surpreendente. Inúmeros estudos já tinham mostrado que o câncer e outras enfermidades são freqüentemente precedidos por um evento traumático. Mas o Dr. Hamer levou a sua pesquisa mais além. Seguindo a hipótese de que todos os eventos corporais são controlados do cérebro, ele analisou os escaneamentos do cérebro dos pacientes e os comparou com os seus registros médicos. O Dr. Hamer descobriu que cada doença – não somente o câncer – é controlado de sua própria área específica no cérebro e ligado a um “choque conflitante” muito particular e identificável. O resultado desta pesquisa é um gráfico científico que ilustra o relacionamento biológico entre a psique e o cérebro, em correlação com os órgãos e tecidos do todo o corpo humano.
O Dr. Hamer chamou as suas descobertas de “As Cinco Leis Biológicas da Nova Medicina”, porque estas leis biológicas, que são aplicáveis ao caso de qualquer paciente, oferecem uma compreensão inteiramente nova da causa, do desenvolvimento e do processo natural de cura das enfermidades. (Em resposta ao número crescente de distorções de suas descobertas e para preservar a integridade e a autenticidade do seu trabalho científico, o Dr. hamer agora protegeu legalmente o material de sua pesquisa, sob o nome de Nova Medicina Alemã (NMA). O termo Nova Medicina não poderia ter os seus direitos autorais protegidos internacionalmente.
Em 1981, o Dr. Hamer apresentou as duas descobertas à Faculdade Médica da Universidade de Tübingen, como uma tese de pós-doutorado. Mas até este dia, a Universidade se recusou a testar a pesquisa do Dr. Hamer, apesar de sua obrigação legal em fazer isto. Este é um caso sem precedentes na história das universidades. Similarmente, a medicina oficial se recusa a aprovar as suas descobertas, apesar de algumas 30 verificações científicas, tanto por médicos independentes, quanto por associações profissionais.
Logo após o Dr. Hamer ter apresentado a sua tese, lhe foi dado o ultimato de renunciar as suas descobertas ou ter a renovação do seu contrato na Clínica da Universidade, negada. Em 1986, ainda que o seu trabalho científico nunca tivesse sido contestado, muito menos desaprovado, o Dr. Hamer foi despojado da sua licença médica, pela razão de que ele se recusara a se conformar aos princípios da medicina padrão. Entretanto, ele estava determinado a continuar o seu trabalho. Aproximadamente em 1987, ele foi capaz de estender as suas descobertas para praticamente cada doença conhecida na medicina.
O Dr. Hamer foi perseguido e atormentado por cerca de 25 anos, em particular pelas autoridades Alemãs e Francesas. Desde 1997, o Dr. Hamer esteve vivendo no exílio na Espanha, onde ele continua com a sua pesquisa e onde ele continua a lutar pelo reconhecimento oficial de sua “Nova Medicina”. Mas, contanto que a Universidade da faculdade médica de Tübingen mantenha as suas táticas de protelação, aos pacientes por todo o mundo, será negado o benefício das descobertas revolucionárias do Dr. Hamer.
A ORIGEM DA DOENÇA NO CÉREBRO
O Dr. Hamer estabeleceu que “cada doença é causada por um conflito que pega um indivíduo totalmente sem precaução. (Primeira Lei Biológica). Em honra ao seu filho, Dr.Hamer chamou a este evento estressante imprevisto de Síndrome de Dirk Hamer ou SDH. Psicologicamente falando, uma SDH é um incidente muito pessoal, condicionado pelas nossas experiências passadas, nossas vulnerabilidades, nossas percepções individuais, nossos valores e crenças. Entretanto, uma SDH não é um conflito meramente psicológico, mas sim biológico, que tem que ser compreendido no contexto de nossa evolução.
Os animais experienciam estes choques biológicos em termos concretos, por exemplo, através de uma súbita perda do ninho ou território, uma perda de uma prole, uma separação de um companheiro ou do grupo, uma ameaça inesperada de fome, ou um terror ou morte. Com o decorrer do tempo a mente humana adquiriu um modo figurativo de pensar. Nós podemos experienciar estes conflitos biológicos também em um sentido invertido. Um homem, por exemplo, pode sofrer um “conflito de perda de território” quando inesperadamente perde o seu lar ou seu local de trabalho. Uma mulher com o “conflito do ninho” pode ter uma preocupação com o bem-estar de um “membro do ninho”, um “conflito de abandono” pode ser provocado por um divórcio inesperado, ou por ser movida para o hospital. As crianças freqüentemente sofrem um “conflito de separação” quando a Mãe decide voltar ao trabalho ou quando os pais se separam.
Analisando milhares de tomografias cerebrais computadorizadas (TC), em relação as histórias dos seus pacientes, o Dr. Hamer descobriu que no momento em que um SDH ocorre, o choque impacta uma área específica, pré-determinada no cérebro, causando uma “lesão” que é visível em uma tomografia computadorizada, como uma série de anéis concêntricos e distintos. Após o impacto, as células afetadas do cérebro comunicam o choque ao órgão correspondente, que, por sua vez, responde com uma alteração particular previsível. A razão por que os conflitos específicos estão ligados indissoluvelmente às áreas específicas do cérebro, é que durante a nossa evolução histórica, cada parte do cérebro estava programado para responder instantaneamente aos conflitos que poderiam ameaçar a nossa sobrevivência. Enquanto o “velho cérebro” (tálamo e cerebelo) é programado com temas mais avançados, tais como conflitos territoriais, conflitos de separação, conflitos de identidade e conflitos de auto-desvalorização.
A pesquisa médica do Dr. Hamer está firmemente ligada à ciência da embriologia, porque se o órgão responde a um conflito através do crescimento de um tumor, através da lesão de um tecido, ou através de dano funcional, é determinado pela camada embriônica do embrião, que tanto o órgão quanto o tecido correspondente do cérebro se originam. (Terceira Lei Biológica).
O Sistema Ontogênico de Tumores ilustra estes órgãos controlados do “velho cérebro, que se derivam do endoderma ou do mesoderma do “velho cérebro”, como os pulmões, o fígado, o cólon, a próstata, útero, pele do cório, pleura, peritônio, pericárdio, glândulas mamárias, etc, sempre geram proliferação celular, assim como ocorre o conflito correspondente. Tumores destes órgãos, portanto, se desenvolvem exclusivamente durante a fase do conflito ativo (iniciada pelo SDH).
Vamos tomar o câncer do pulmão, como exemplo. O conflito biológico ligado ao câncer do pulmão é um “conflito de terror da morte”, porque em termos biológicos, o pânico da morte é equiparado ao ser que é incapaz de respirar. Com o choque do terror da morte, as células dos alvéolos pulmonares, que regulam a respiração, começam instantaneamente a se multiplicar, formando um tumor no pulmão. Contrário à visão convencional, esta multiplicação das células do pulmão, não é um processo sem sentido, mas serve a um propósito biológico muito definido, isto é, para aumentar a capacidade dos pulmões, e, assim, otimizar a chance de sobrevivência do organismo. As análises do escaneamento cerebral do Dr. Hamer demonstram que cada pessoa com câncer nos pulmões apresenta uma configuração distinta na área correspondente no tronco cerebral, e que cada paciente tinha sofrido um pânico inesperado da morte anteriormente ao acesso do câncer. Na maior parte dos casos, o terror da morte foi provocado por um choque pelo diagnóstico do câncer que a pessoa experienciou como uma “sentença de morte”. Dado que o ato de fumar está em declínio, isto emite nova luz no aumento enigmático do câncer do pulmão (O assassino nº 1) e chama à questão se o ato de fumar é por si uma verdadeira causa do câncer no pulmão.
O câncer das glândulas mamárias, de acordo com as descobertas do Dr. Hamer, é o resultado de ou um conflito “mãe-filho” ou um conflito de “preocupação com o parceiro”. Estes tipos de conflitos sempre impactam o “velho cérebro” na área que controla as glândulas que produzem leite. Uma mulher pode sofrer um conflito de preocupação mãe-filho, quando a sua descendência (prole) fica subitamente ferida ou seriamente doente. Durante a fase ativa de stress do conflito, as células das glândulas mamárias se multiplicam continuamente, formando um tumor. O propósito biológico da proliferação celular é ser capaz de proporcionar mais leite para a prole sofrida e, assim, acelerar a cura. Cada humano e mamífero do sexo feminino nasce com este antiquíssimo programa de resposta biológica. Muitos estudos de casos do Dr. Hamer mostram que as mulheres, até quando não alimentaram no peito, desenvolveram um tumor nas glândulas mamárias a partir da preocupação obsessiva com o bem-estar de um amado (um filho que esteja com problemas, um pai que esteja doente, ou um amigo querido que seja uma causa de preocupação).
O que foi dito sobre o câncer de pulmão e câncer de mama se aplica igualmente a todos os outros cânceres que se originam no “velho cérebro”. Cada um é provocado por um choque com um conflito específico que ativa um “Programa Biológico Significativo e Especial” (Quinta Lei Biológica), que permite ao organismo superar o funcionamento diário e lidar fisicamente com a situação de emergência. Para cada tipo de conflito há um revezamento do cérebro de onde o programa biológico particular é coordenado.
Enquanto os órgãos controlados do “velho cérebro” geram o crescimento de um tumor durante a fase ativa do conflito, o oposto é o caso com todos os órgãos que são controlados do cerebelo (“novo cérebro”). A respeito da camada embriônica, todos os órgãos e tecidos dirigidos pelo cérebro (ovários, testículos, ossos, nodos linfáticos, epiderme, revestimento do colo do útero, tubos bronquiais, vasos coronários, etc.), se originam do ectoderma ou o mesoderma do “novo cérebro”. No momento em que ocorre o conflito, o tecido do órgão biologicamente correspondente responde a cada degeneração celular. Necroses dos ovários ou testículos, osteoporose, câncer dos ossos, ou úlceras estomacais, por exemplo, são condições que somente ocorrem enquanto uma pessoa está em um estado de stress emocional em relação ao conflito relatado. Como é para ser esperado, a perda do tecido tem um significado biológico.
Vamos usar como exemplo o tecido do revestimento do duto do leite. Desde que o revestimento epitelial escamoso dos dutos do leite se desenvolveram em um período muito mais tarde do que as glândulas produtoras do leite, este tecido mais jovem é controlado de uma parte mais jovem do cérebro, ou seja, o córtex cerebral. O conflito biológico do revestimento do duto do leite é um “conflito de separação” experienciado como se “o meu filho (ou o meu companheiro) fosse arrancado do meu peito”. Um mamífero fêmea pode sofrer tal conflito quando a prole se perde ou é morta. Como um reflexo natural ao conflito, o tecido do revestimento do duto do leite começa a ulcerar. O propósito da perda do tecido é aumentar o diâmetro dos dutos, porque com dutos ampliados, o leite que não é mais usado pode drenar com mais facilidade e não fico congestionado no peito. O cérebro de cada mulher é programado com esta resposta biológica. Deste que o peito da mulher (fêmea) é, biologicamente falando, sinônimo de cuidado e nutrição, as mulheres (fêmeas), sofrem um conflito pela separação inesperada de um amado pelo qual elas se preocupam intensamente. Não há virtualmente sintomas físicos durante a fase ativa do conflito.
A FASE DOIS – PADRÃO DE CADA ENFERMIDADE
Dr. Hammer descobriu também que, desde que há uma resolução do conflito, cada doença prossegue em duas fases (Segunda Lei Biológica). Durante a primeira fase ou a fase do conflito- (fase ativa), todo o organismo é ajustado para lidar com o conflito. Enquanto uma alteração significativa da célula segue o seu curso ao nível físico, a psique e o sistema vegetativo autônomo também tentam lidar com a situação inesperada. Ligado ao estado de stress ,(estado mórbido caracterizado por uma hiperatividade do sistema simpático e que se manifesta como hipertensão arterial, taquicardia e irritabilidade), a mente se torna completamente preocupada com os conteúdos do conflito. Perturbações do sono e falta de apetite são sintomas típicos. Biologicamente falando, isto é vital, porque o foco no conflito e as horas extras despertas, proporcionam as condições certas para lidar com o conflito e encontrar uma resolução. A fase ativa do conflito é também chamada de “fase fria”. Desde que os vasos sanguíneos ficam contraídos durante o stress, os sintomas típicos da atividade do conflito, são as extremidades frias (particularmente as mãos frias), os calafrios e suores frios. A intensidade dos sintomas depende naturalmente da magnitude do conflito.
Se uma pessoa permanece em um intenso estado ativo do conflito no decorrer de um longo período de tempo, a condição pode ser fatal. Mas o Dr. Hamer prova além da dúvida racional que um organismo nunca pode morrer de câncer. Uma pessoa pode morrer como resultado de complicações mecânicas de um tumor, por exemplo, quando fecha um órgão vital, tal como o cólon ou os dutos da bílis, mas de modo algum as células do câncer, como tais, causam a morte. Na Nova Medicina Alemã, a distinção entre câncer “maligno” e “benigno” é inteiramente inexpressiva. O termo “maligno” é uma idéia artificial (o mesmo se aplica aos sinais de tumores), que simplesmente indica que a atividade da reprodução da célula excedeu um determinado limite arbitrário.
Se uma pessoa morre durante a fase ativa do conflito, usualmente é por causa da perda de energia, perda do peso, perda do sono e exaustão mental e emocional. Freqüentemente, é um diagnóstico devastador do câncer ou um prognóstico negativo – “Você tem seis meses de vida”! – que lança os pacientes com câncer (incluindo os seus amados), em um estado de desespero. Com pouca ou nenhuma esperança, e privado de sua força de vida, eles definham e, eventualmente, morrem de caquexia (perda de peso e fraqueza em doentes graves ou terminais), um processo agonizante que os tratamentos convencionais do câncer, somente aceleram.
Se o paciente não passou por qualquer tratamento convencional (especialmente quimioterapia e radioterapia), a Nova Medicina Alemã tem um índice de sucesso de 95 a 98 por cento. Ironicamente estas estatísticas para o notável índice de sucesso do Dr. Hamer foram liberadas pelas próprias autoridades. Quando o Dr. Hamer foi detido e, 1997 por ter dado conselhos médicos à três pessoas sem licença médica, a polícia confiscou as fichas dos seus pacientes, analisando-as. Subseqüentemente, um Promotor Público foi forçado a admitir durante o julgamento que, após cinco anos, 6.000 dos 6.500 pacientes principalmente com câncer terminal estavam ainda vivos. Com o tratamento convencional os números são geralmente o inverso. De acordo com o epidemiologista e bioestatístico Dr. Ulrich Abel (da Alemanha): “O sucesso da maior parte das quimioterapias é espantoso… Não há nenhuma evidência científica para a sua habilidade estender de qualquer modo apreciável as vidas dos pacientes que sofrem do câncer orgânico mais comum… A Quimioterapia para malignidades muito avançadas para a cirurgia, que responde por 80% de todos os cânceres, é um solo improdutivo científico”. (Lancet 1991).
O CORPO SE CURA
A resolução do conflito assinala o início da segunda fase do programa biológico. Nossas emoções e o nosso organismo se ligam imediatamente a um modo de cura, auxiliado à ligação do sistema vegetativo à “vagotonia”.(instabilidade vasomotora, transpiração abundante, tendência para a obstipação e cãibras musculares). Durante a fase de cura, o apetite retorna, mas estamos muito cansados ( poderíamos nem mesmo sermos capazes de sairmos da cama). Descansarmos e suprirmos o organismo com nutrientes são essenciais, enquanto o corpo está tentando se curar. A segunda fase é também chamada de “fase quente”, pois durante a vagotonia, os vasos sangüíneos ficam aumentados, causando mãos quentes, pés quentes e pele quente.
Com a resolução do conflito, há também uma mudança instantânea ao nível do órgão. A proliferação celular (“o velho cérebro” – crescimento controlado do tumor ), ou fusão celular (“novo cérebro” – perda controlada do tecido), imediatamente chega a uma parada, e o processo apropriado de reparação é acionado. Uma área que necrosou ou ulcerou durante a fase ativa do conflito é agora preenchida e reabastecida com novas células. Isto é usualmente acompanhado por inchaço potencialmente doloroso, causado por um edema que protege o tecido enquanto ele está curando. Outros sintomas típicos de reparo são a hipersensibilidade, a coceira, o espasmo (se o tecido do músculo estiver envolvido), e inflamação. Exemplos de “enfermidades” que somente ocorrem na fase de cura são: determinadas doenças de pele, hemorróidas, laringite, bronquite, artrite, aterosclerose, doenças na bexiga ou nos rins, determinadas enfermidades no fígado e infecções.
Baseada na observação da multiplicação celular (mitose), e na distinção padrão entre tumores “benignos” e “malignos”, a medicina convencional interpreta a produção natural das células de cura de tecidos como uma “malignidade”. Na Nova Medicina Alemã, nós distingüimos dois tipos de tumores. Mas os tumores não estão divididos em benignos e malignos. Eles são classificados de acordo com o tipo de tecido e a parte do cérebro da qual ele se originam e são controlados. Há aqueles tumores que se desenvolvem exclusivamente durante a fase ativa do conflito (tumor no pulmão, tumor no cólon, tumor no fígado, tumor no útero, tumor na próstata, etc.), e de modo inverso, aqueles que resultam do processo natural de reparação. Como com os cânceres controlados do “velho cérebro”, o crescimento do tumor não é nem acidental, e nem sem sentido, desde que a proliferação celular se interrompe tão logo o tecido é restabelecido. Câncer testicular, câncer ovariano, linfoma, vários tipos de sarcoma, carcinoma nos brônquios e na laringe, e o câncer, são todos de natureza curativa e são fenômenos exclusivamente de fase de cura. Desde que o processo de cura não seja interrompido através da medicação ou uma reincidência do conflito, estes tumores eventualmente reduzem durante a conclusão da fase de cura.
O segundo tipo de câncer de mama, o “carcinoma ductal in situ”, também cai nesta categoria. Enquanto um câncer glandular da mama seja uma indicação de que uma mulher esteja na fase ativa de um conflito de preocupação, um câncer intraductal é um sinal positivo de que o conflito relacionado à separação (“arrancado do meu peito”), foi resolvido. Uma mulher não desenvolve câncer de mama sem uma razão! Nem ela desenvolve o câncer de mama por coincidência, precisamente em seu peito direito ou esquerdo.
A IMPORTÂNCIA DE NOSSA LATERALIDADE BIOLÓGICA
O Dr. Hamer achou que a nossa lateralidade determina se uma doença como o câncer, se desenvolve no lado direito ou no lado esquerdo do nosso corpo. Esta é a regra: uma pessoa destra (mão direita predominante) responde a um conflito com a sua mãe ou filhos com o lado esquerdo do corpo, mas responde a um conflito que se relaciona com um “companheiro”, como exemplos, o pai, irmãos, parente, amigos, colegas, etc. com o lado direito. Para os sinistros ( que usam a mão esquerda) é o inverso. Há sempre uma relação cruzada do cérebro com o corpo, porque cada hemisfério do cérebro (excluindo o tálamo) dirige o lado oposto do corpo.
O modo mais simples de identificar a nossa lateralidade biológica é o teste das palmas. A mão mo alto é a mão de liderança (dominante) e indica se somos destros ou sinistros. Assim, um câncer de mama na mama direita, um cisto ovariano no ovário esquerdo, uma doença de pele no lado direito ou esquerdo (ou ambos), uma paralisia motora no lado esquerdo (como exemplo, após uma pancada), nos dá uma primeira indicação de “quem” estava envolvido quando ocorreu o conflito original. Em relação a mais conflitos avançados (e regiões do cérebro), o estado hormonal tem também que ser levado em conta para uma avaliação exata.
O PAPEL BENÉFICO DOS MICRÓBIOS
Outro aspecto da pesquisa do Dr. Hamer foi o papel dos micróbios durante o desenvolvimento da doença. Isto, resumindo, é o que ele encontrou (Quarta Lei Biológica): Os micróbios, tais como os fungos, as bactérias e os vírus são somente ativos durante a fase de cura, e a maneira na qual eles operam está plenamente de acordo com a lógica evolucionária. A bactéria tuberculosa, por exemplo, povoa somente os tecidos controlados pelo “velho cérebro”. Sua função durante a fase de reparação é decompor os tumores que são agora supérfluos, como os tumores no pulmão, no cólon, nos rins, na próstata, no útero, tumores nas glândulas mamárias, melanomas e mesotelioma. A bactéria tuberculosa é essencial para destruir o desenvolvimento de “células disponíveis” que proliferavam por uma razão biológica durante a fase ativa do conflito. Se a bactéria requerida não está disponível, devido à vacinação, uso excessivo de antibióticos, ou tratamento de quimioterapia, o tumor não pode se desintegrar apropriadamente. Como resultado, ele permanece no lugar e encapsula inofensivamente. Detectado em um check-up de rotina, entretanto, tal crescimento encapsulado pode levar a um diagnóstico de câncer, e, potencialmente, novos choques de conflitos com novos sintomas. Ao compreendermos as leis biológicas do desenvolvimento da doença este prospecto pode ser virtualmente eliminado.
Enquanto a bactéria destrói as células do tumor que não são mais necessárias, os vírus parecem estar envolvidos no processo de cura dos – exclusivamente – tecidos controlados pelo córtex cerebral (como brônquios, membrana nasal, revestimento do estômago, revestimento dos dutos da bílis e epiderme). A hepatite, a pneumonia, herpes, resfriado, gripes, são indicações que um processo de cura natural, mas “virulento” (maligno) está seguindo o seu curso. Em relação ao papel dos vírus, o Dr. Hamer prefere falar de “vírus hipotéticos”, desde que ultimamente a existência de vírus é colocada em dúvida. Isto estaria de acordo com as descobertas anteriores do Dr. Hamer que o processo de reconstrução e restauração de tecido ulcerado ou necrosado ainda ocorre, ainda que os vírus relacionados ao tecido não estejam presentes.
O dilema no qual a medicina convencional se encontra é que ao deixar de reconhecer o padrão de duas fases de cada doença, a primeira, a fase ativa do conflito, rotineiramente é negligenciada. Desde que os micróbios são somente ativos durante a fase de cura, e desde que a atividade dos micróbios é tipicamente acompanhada por inchaço, febre, pus, erupções, e dor, os micróbios são considerados malévolos e a causa de doenças infecciosas. Mas os micróbios não causam a doença. Afinal, é o nosso organismo que emprega os micróbios para otimizar o processo de cura. Os micróbios podem, naturalmente, ser transmitidos, mas eles permanecem adormecidos até que a pessoa esteja na fase de cura do mesmo tipo do conflito.
QUESTIONANDO A METÁSTASE
Baseado no Sistema Ontogenético dos Tumores, a teoria amplamente propagada que sugere que as células do câncer viajam através do sangue ou dos vasos linfáticos e causam cânceres em novos locais é, nas palavras do Dr. Hamer, “pura ficção acadêmica”. As células em geral e as células do câncer em particular, não podem sob nenhuma circunstância mudar a sua estrutura histológica ou atravessar o limiar da camada de origem. Por exemplo, uma célula de tumor no pulmão, que é de origem endodérmica, controlada através do tálamo (velho cérebro), e que prolifera durante a fase ativa do conflito, não pode se transformar em uma célula do esqueleto, que é de origem mesodérmica, controlada do cérebro (novo cérebro), e que deteriora durante um processo de descalcificação do conflito ativo. No cenário “o câncer do pulmão se espalha por metástase nos ossos”, as células do câncer no pulmão realmente estariam criando um buraco (isto é, fusão das células – o inverso de um câncer) em algum osso no corpo. Nós também temos que nos perguntar por que as células do câncer raramente “se espalham” ao tecido vizinho mais próximo, ou seja, do útero ao colo do útero. Se as células do câncer viajam através do fluxo sangüíneo, por que é doado sangue sem que seja feita uma triagem para as células do câncer? Por que não há tumores numerosos encontrados nas paredes dos vasos sangüíneos de pacientes com câncer?
O Dr. Hammer, naturalmente, não disputa o fato de cânceres secundários, mas estes tumores subseqüentes não são causados por células migrantes do câncer, que se transformam milagrosamente em um tipo diferente de célula, mas por novos choques do conflito. Novas SDH (Síndromes de Dirk Hamer) podem ser iniciadas através de experiências adicionais traumáticas na vida ou através de choque no diagnóstico. Como já mencionado, um diagnóstico inesperado de câncer, ou sendo dito que está “passando por uma metástase” pode provocar um susto mortal (causando câncer no pulmão), ou qualquer outro tipo de choque relacionado ao diagnóstico, causando novos cânceres em outras partes do corpo. Em muitos casos estes pacientes não o fazem na fase de cura, porque o estado grave de stress os enfraquece a um ponto onde eles têm muito pouca chance de sobreviverem ao tratamento de quimioterapia intensamente tóxico.
O segundo câncer mais freqüente após o câncer no pulmão é o câncer nos ossos. Dr. Hamer percebeu que os nossos ossos são biologicamente ligados a nossa auto-estima e a nossa dignidade própria. Assim, quando é dito que uma pessoa tem uma “doença que ameaça a vida”, especialmente uma que supostamente “se espalha como fogo grego” através do corpo, é como se fosse: “Agora eu sou inútil” e o(s) osso(s), próximos a onde nos sentimos inúteis, começam a descalcificar (no caso de câncer de mama, freqüentemente na área do esterno ou das costelas). Assim como com um osso fraturado, o propósito do programa biológico (da “doença”), aparece no final da fase de cura. Quando a fase de reparo se completa, o osso estará muito mais forte neste lugar, assegurando assim que estejamos melhor equipados para a eventualidade de um novo conflito de “auto-desvalorização).
A NATUREZA DOS TUMORES NO CÉREBRO
Uma vez que o conflito tenha sido resolvido, a lesão no cérebro – além da psique e do órgão – também entra na fase de cura. Como com qualquer ferida que está sendo reparada, um edema (excesso de fluido) se desenvolve para proporcionar proteção da recuperação do tecido neural. No escaneamento do cérebro as mudanças são claramente notáveis: os anéis nítidos submergem no edema e aparecem agora como borrados, indistintos e escuros.
Na altura da fase de cura, quando o edema cerebral alcançou o seu tamanho máximo, o cérebro provoca um estímulo breve e forte que expele o edema. Isto é chamado de “Crise Epileptóide” (CE). Durante esta crise, todo o organismo é impulsionado brevemente em um estado de simpaticotonia, isto é, revive os sintomas típicos da fase ativa do conflito, tais como suores frios, extremidades frias, batimentos cardíacos rápidos e náusea. A intensidade e a duração desta crise pré-programada são determinados pela intensidade e a duração do conflito precedente. Ataques cardíacos, ataques de asma, e convulsões epilépticas são apenas alguns exemplos deste ponto crucial e decisivo. O tipo de “crise” depende sempre da natureza do conflito e da área precisa do cérebro envolvida.
Depois que o edema cerebral foi expulso, a neuróglia (células não neuronais do sistema nervoso central), que é o tecido conectivo do cérebro que proporciona apoio estrutural para os neurônios, se reúnem no lugar para restaurar a função das células nervosas que foram atacadas pelo choque do conflito. É este acúmulo natural de Glias (em grego quer dizer “cola”), que a medicina convencional rotula como um “tumor cerebral”, com conseqüências freqüentemente terríveis para o paciente. O Dr. Hamer já estabeleceu em 1981 que um tumor no cérebro não é uma doença em si mesma, mas sintomática de uma fase de cura que segue paralela no órgão (controlada pela área correlata do cérebro que está simultaneamente passando pela fase de reparo). Os “cânceres metásticos cerebrais”, portanto, não existem também.
TERAPIA (em poucas palavras)
O primeiro passo na terapia é proporcionar uma compreensão da natureza biológica de um sintoma, isto é, um determinado câncer, em relação a sua causa física. Um escaneamento do cérebro e uma anamnese médica, são vitais para determinar se o paciente está ainda no conflito ativo ou já está curado. Se estiver ainda na fase ativa, o foco é identificar a SDH (Síndrome de Dirk Hamer) original e desenvolver uma estratégia para resolver o conflito. É crucial preparar o paciente para os sintomas de cura e para complicações potenciais. Estes sintomas são muito atribuíveis! As descobertas do Dr. Hamer nos proporcionam – pela primeira vez na história da medicina – com um sistema confiável que nos permite não somente compreendermos, mas também prevermos o desenvolvimento e os sintomas de toda e cada doença. Esta é a verdadeira medicina preventiva, um aspecto da Nova Medicina Alemã que dificilmente pode ser suficientemente enfatizada. A verdadeira prevenção requer uma compreensão da verdadeira causa de uma doença, e isto é o que a pesquisa do Dr. Hamer fornece com detalhes esplêndidos. Ao compreendermos as “Cinco Leis Biológicas” da causa e do processo de cura da doença, podemos nos libertar do medo e do pânico que freqüentemente vem com o choque dos sintomas. Este conhecimento é mais do que poder, ele pode salvar vidas.
Caroline Markolin
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Sobre a Autora
Caroline Markolin, Ph. D, é uma professora da Nova Medicina Alemã em tempo integral e aprovada pelo Dr. Hamer. Ela está vivendo no Canadá e oferece seminários nos finais de semana regularmente em Montreal e Vancouver.
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
FONTE: http://luzdegaia.org/
Os cientistas que deram um grande passo para desvendar o código genético dos vírus da gripe aviaria
Actualizado em segunda-feira dezembro 14, 2009 14:30
segunda-feira, dezembro 14, 2009 14:14
http://www.theflucase.com/
26 de janeiro de 2006
WASHINGTON - Os cientistas que deram um grande passo para desvendar o código genético dos vírus da gripe aviaria, ao longo do caminho encontraram uma nova pista que pode ajudar a explicar por que a tensão notório H5N1 é tão mortal.
Pesquisa St. Jude Children's Hospital, em Memphis, Tennessee, é o lar de uma biblioteca notável viral, amostras de cerca de 11.000 vírus da gripe que o Dr. Robert Webster reuniu ao redor do mundo desde 1976. Eles não são apenas os vírus de gripe que têm pessoas infectadas ao longo dos anos, mas os de suínos e outros animais - incluindo cerca de 7.000 vírus da gripe aviária, recolhidas a partir de aves, patos, gaivotas e outros bandos.
Quinta-feira, investigadores do St. Jude relatado na revista Science que tenham concluído a primeira grande análise genética de mais de 300 desses vírus da gripe aviária. Eles identificaram 2.196 genes da gripe aviária e 160 genomas completos, dobrando a quantidade de informação genética disponível para os cientistas a estudar a forma como estes vírus e evoluir ao longo do tempo.
Basta ter achado que a nova informação genética - postado em um banco de dados genético públicos para que qualquer cientista mina que pode - por si só é um grande passo, disse o Dr. Giovanni Maria dos Institutos Nacionais de Saúde, que lançou um grande projeto para mapear genomas gripe e ajudou a financiar o trabalho do St. Jude's. Até agora, a maioria dos genomas completos disponíveis são a gripe de vírus humano.
Artigo Original
Existem muitas variantes do H1N1, diz CFR1
(postados anteriormente)
por Walter Burien
30 de novembro de 2009
Porque é que as competências em marketing "grande" uma estirpe de H1N1 de milhares de circular dezenas de milhões de doses de uma vacina? Qual é a real intenção por trás disso "criou" o evento?
O que se segue é uma lista de estirpes do vírus H1N1 e como você pode ver que não é pequena lista. Com tanta gente, (milhares) que torna uma cepa da gripe aviária H1N1 Swine destacam-se tanto?
RESPOSTA: Bom marketing. Veja como a combustão suína muitos vírus você pode contar com a lista. Olhe para o ano de cada cepa foi identificada e, quando em todo o mundo, verificou-se, como mostrado em cada ligação.
Cada link o levará para essa variante. Hit back button do seu navegador para retornar à lista completa.
Aqui está uma lista parcial das variantes da gripe suína:
95% das pessoas pensam que é apenas uma H1N1 - ERRADO!
Variante: vírus influenza A (A/AA/Marton/1943 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/100/2007 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/10/2008 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/102/1999 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/103/2006 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/111/2006 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/11/2006 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/11/2008 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/1/2008 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/12/2008 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/124/2008 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/125/2008 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/13/2008 (H1N1))
Variante: vírus influenza A (A/Aichi/132/2006 (H1N1))
e centenas mais no link abaixo:
Artigo Original
PERGUNTAS:
Se existem centenas de "criado", identificados e / ou catalogadas estirpes do vírus H1N1, não são armazenadas como armas de guerra biológica?
Não é possível as cepas mais virulentas ser sub-repticiamente lançado como "mutações" no que a OMS chamou de "testes mock-up '.
Como pode a vacina atual H1N1, produzido globalmente por vários fabricantes de vacina com diferentes padrões de controle de qualidade não regulamentada, ser segura e eficaz de um vírus que a OMS diz que está passando por um estado contínuo de mutação?
Phil Segrave
O Brasil já teve terremoto de 6,4 graus na escala Richter
http://brasil2012.blogspot.com/
Forte tremor é registrado no mar, ao norte do Brasil Qua, 10 Set, 12h34
Um terremoto de 6,4 graus na escala Richter foi registrado hoje em uma região do Oceano Atlântico ao norte do Brasil e ao leste da Guiana Francesa, informou o Instituto de Pesquisa Geológica dos EUA. O tremor foi registrado às 10h08 (hora de Brasília). O epicentro foi detectado a 1.260 quilômetros do litoral do Piauí e a 1.542 quilômetros de Caiena, capital da Guiana Francesa.
O abalo sísmico ocorreu a apenas dez quilômetros de profundidade no leito da Dorsal Meso-Atlântica, informa o instituto americano. Um terremoto na casa dos seis graus na escala Richter é capaz de causar extensos danos, mas isso depende de uma série de fatores, como a profundidade do tremor e a distância entre o epicentro e áreas de grande densidade demográfica. O Centro de Alertas de Tsunamis estabelecido no Havaí analisou os dados do tremor e informou que não há risco de formação de um grande tsunami no Caribe.
"No entanto, existe uma pequena possibilidade de um tsunami local ou regional afetar regiões costeiras distantes não mais de algumas centenas de quilômetros do epicentro do terremoto. As autoridades nas regiões próximas do epicentro devem ser avisadas dessa possibilidade", diz o comunicado. As informações são da Dow Jones.
Dois tremores em questão de horas acima de 7.0
Japão 7.0
Indonésia 7.6
Agora os tremores de 7 Histcher são semanais...ou diários !
Brasil na rota dos Terremotos ?
A noticia aqui no Estadão
www.estadao.com.br/.../geral,forte-tremor-e-registrado-no-mar-ao-norte-do-brasil,239337,0.htm
Livro editado por uma inglesa que abre caixas pretas das ligações entre o alto tucanato e a CIA.
Obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders .
(editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro)
Assunto:
LIVRO BOMBA ACUSA FHC
Nunca engoli essa história de Fernando Henrique exilado. Não me passava pela cabeça que um filho de um graduado militar do exército (General) viesse a ser exilado. Exilado para o Chile, onde outra ditadura militar governava? Porque não teve o destino dos outros exilados, tal como: Cuba, União Soviética etc? Isto sempre me cheirou mal. Hoje tenho absoluta convicção que ele sempre esteve a serviço de interesses outros que não os do Brasil. Vou providenciar a compra imediata desse livro, com certeza.
É SEMPRE BOM LEMBRAR O QUE FEZ O FHC NA PRESIDÊNCIA!!!
FHC enterrou o sonho de todo brasileiro da minha geração. O "maior estadista do mundo" foi apenas, e tão somente, leiloeiro do Brasil no pós guerra fria, o cara que entregou o controle de nossa economia ao Império Anglo-saxão.
DEVEMOS LER ESTE LIVRO!!!
OBRA DE UMA PESQUISADORA INGLESA
Abaixo, informe do jornal Correio do Brasil sobre um livro recém editado por uma pesquisadora inglesa que abre algumas caixas pretas das ligações entre o alto tucanato e a CIA.
LIVRO BOMBA ACUSA FHC DE RECEBER
MILHÕES DE DÓLARES DA CIA !
Mal chegou às livrarias e Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da culturajá se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída, neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de enfrentamento que precede as eleições deste ano. A obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: Quem "pagava a conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a tentativa de dominação culturale ideológica do Brasil, assim como os milhões de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.
O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa.
"Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um terremoto. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).
DINHEIRO DA CIA PARA FHC
"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford, no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página 154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio, 1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de 69.
FUNDAÇÃO FORD
Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado, comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões, lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo, sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a um milhão de dólares.
AGENTE DA CIA
Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados poderiam desenvolver-se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos. Como os Estados Unidos. Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos, Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou a dar "aulas" e fazer "conferências" em universidades norte-americanas e européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.
MILHÕES DE DÓLARES
1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos... permitiu que a CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores, universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153). 2 - "O uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados da década de 50, a intromissão no campo das fundações foi maciça..." (pág. 152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na guerra fria" (pág. 443).
3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).
FHC FACINHO
4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).
5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).
6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho.
Recebido por email
13 Dezembro 2009
Quinta cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América
Esta é a quinta cúpula deste ano da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (Alba), criada por Chávez e pelo ex-presidente cubano Fidel Castro, em 2004, como contrapeso às políticas de livre-comércio dos EUA.
"O tempo em que vivemos reflete que na América Latina se intensifica o confronto entre duas forças históricas", disse o presidente cubano, Raúl Castro, ao abrir a reunião em Havana, que será encerrada na segunda-feira.
"De um lado um modelo político e econômico... herdeiro do colonialismo e do neocolonialismo, subordinado aos interesses do império. Do lado oposto, o avanço das forças políticas revolucionárias e progressitas", acrescentou.
Raúl Castro citou o aumento das operações militares dos EUA na Colômbia, o que classificou de "ofensiva hegemônica" do governo Barack Obama na América Latina.
A cúpula de Havana, que conta com a participação dos presidentes boliviano, Evo Morales, e nicaraguense, Daniel Ortega, decidirá a postura do bloco para a conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas, em Copenhague.
A esquerda latino-americana afirma que a falta de compromisso dos EUA abalou um aguardado acordo sobre a redução das emissões de gases-estufa.
http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/091213/mundo/mundo_cuba_alba_reune
Berlusconi foi vaiado e chamado de palhaço e ainda ganha um soco na boca!
(AFP) – Há 2 horas
ROMA — O premier italiano, Silvio Berlusconi, levou um soco de um desconhecido durante um comício em Milão, e precisou ser levado ao hospital, onde está sob observação, informou neste domingo a imprensa italiana, acrescentando que o agressor foi detido.
"Estou bem, estou bem", garantiu Berlusconi ao sair da sala de urgências para um quarto do hospital, segundo a agência de notícias Ansa.
O porta-voz oficial Paolo Bonaiuti disse ao canal de notícias Sky TG 24 que o médico pessoal do chefe de governo determinou um prazo de observação de 24 horas, durante o qual Berlusconi permanecerá no hospital em Milão.
Segundo testemunhas, o chefe de governo caiu após receber o soco, que o atingiu no rosto. O ministro da Defesa, Ignazio La Russa, revelou que Silvio Berlusconi saiu sangrando no nariz e na boca.
Ao que parece, o soco também quebrou alguns dentes de Silvio Berlusconi.
Imagens difundidas pela Sky TG-24 mostraram o chefe de governo assustado, com sangue no rosto, sendo levado por seguranças a um carro.
O agressor foi identificado como Massimo Tartaglia, 42 anos, que segundo a Ansa tem problemas mentais. O homem foi levado por policiais a uma delegacia de Milão.
O incidente ocorreu durante um comício do Partido do Povo da Liberdade (PDL), após Berlusconi ser vaiado e chamado de palhaço por dezenas de pessoas que estavam no local, o que provocou a reação do chefe de governo.
A discussão deu origem a um confronto entre os seguranças do comício e os críticos de Berlusconi, o que obrigou a intervenção da polícia.
O presidente da República, Giorgio Napolitano, condenou "firmemente este grave gesto de agressão". Segundo Pier Luigi Bersani, líder do Partido Democrata (PD, principal oposição), "foi um gesto inqualificável, que condeno firmemente". O ministro da Cultura, Sandro Bondi, disse que a agressão contra Berlusconi é resultado de uma "longa campanha de raiva" contra o chefe de governo promovida "por certos setores da política e da mídia".
??????????????????"Foi um ato de terrorismo", disse Umberto Bossi, principal aliado de Berlusconi e chefe do partido populista Liga do Norte. ????????????????????????????????????????????????????
Berlusconi foi vítima de uma agressão semelhante há vários anos em Roma, quando um jovem lhe atirou um tripé de máquina fotográfica, ferindo sua cabeça.
??????????????Premier italiano deverá ficar por 24 horas em observação no hospital. Agressor teria usado miniatura de catedral para atingir o rosto do político, que acabara de fazer um comício em Milão
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Polícia italiana identifica agressor de Berlusconi
Segundo a Polícia, Tartaglia não tem antecedentes criminais e teve sua carteira de motorista apreendida há alguns meses.
De acordo com fontes da investigação policial, o agressor de Berlusconi passa por tratamento psicológico há dez anos em um hospital de Milão.
O primeiro-ministro italiano foi agredido hoje ao final de um comício de seu partido, Povo da Liberdade (PDL), na praça do Duomo, em Milão, e teve que ser hospitalizado.
Com a boca ensanguentada, Berlusconi foi retirado imediatamente em um carro oficial do local do comício e foi levado para o hospital San Raffaele.
O incidente ocorreu depois que o primeiro-ministro desceu do palanque no qual tinha discursado e saudou os presentes ao ato antes de entrar no carro oficial, momento no qual Tartaglia aproveitou para agredi-lo.
Tudo isso aconteceu depois de o primeiro-ministro ter sido interrompido durante seu discurso, transmitido ao vivo pela televisão, pelos protestos de opositores que pediam sua renúncia e o chamavam de "palhaço".
Berlusconi se irritou e gritou de volta "vergonha" pelo menos três vezes.
O ministro da Defesa italiano, Ignazio La Russa, quem participou do comício do PDL em Milão, disse após a agressão, em declarações ao canal de notícias "Rai24", que o primeiro-ministro esteve moderado "como nunca". Imediatamente após a agressão, os principais líderes políticos italianos condenaram o ocorrido
14 segundinhos: veja o soco!
Berlusconi, il momento dell'aggressione a Milano
NWO Berlusconi punched in the face! Berlusconi.
ATTO DI TERRORISMO [?] SU BERLUSCONI - FERITO DA UN AGGRESSORE SOTTRATTO DA UN LINCIAGGIO
LINKS RELACIONADOS ABAIXO
Em resposta às advertências de Hillary Clinton, aos países latino-americanos sobre consequências de se "bajular" o Irã, Evo Morales, acusou EUA de terrorismo
Sáb, 12 Dez, 02h47 LA PAZ (AFP) - O presidente da Bolívia, Evo Morales, acusou neste sábado os Estados Unidos de praticar terrorismo, em resposta às advertências da secretária de Estado, Hillary Clinton, aos países latino-americanos sobre as consequências de se "bajular" o Irã.
"Os Estados Unidos não têm nenhuma autoridade para falar de terrorismo se eles mesmos praticam terrorismo enviando tropas a outros países ou montando bases militares em algumas regiões ou em alguns continentes deste planeta", disse Morales ao recusar "rotundamente as palavras" de Hillary Clinton.
"Dizem que o Irã exporta terrorismo. Sabem quem exporta terrorismo? Aquela gente que manda tropas para outros países, que instala bases militares. Eles são os terroristas; é o governo dos Estados Unidos que pratica e faz terrorismo atualmente", disse em entrevista à imprensa na cidade de Cochabamba, a 400 km de La Paz.
A Bolívia estabeleceu relações diplomáticas com o Irã ano passado e desde então o presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, foi duas vezes a Laz Paz concretizar acordo de créditos no valor de um bilhão de dólares e outro acordo para participar da industrialização de uma fabulosa reserva boliviana de lítio.
"Rechaço retundamente estas palavras, que vêm do governo dos Estados Unidos, não aceitamos nem vamos aceitá-las; apesar disso, somos um governo de diálogo e queremos ter relações diplomáticas com todo mundo", destacou.
La Paz e Washington mantêm tensas relações, mas tentam recompô-las desde que a Bolívia expulsou ano passado o embaixador americano por ingerência em assuntos internos e os Estados Unidos responderam com a mesma medida.
Godfrey Bloom - lança uma onda de frio no Parlamento Europeu - climategate
12 de novembro de 2009
Godfrey Bloom lanza una ola de frío en el parlamento europeo
Categoria: Sem fins lucrativos/ativismo
Palavras-chave:
Godfrey Bloom calentamiento global español warming spanish union europea parlamento congreso timo farsa fraude cientifico co2 gore hoax weather clima frio glaciacion impuestos crisis economica NWO nuevo orden mundial draco illuminati chemtrails
Canadenses, por favor denuncie aqui os efeitos da vacina da gripe suina!
Posted by canadiansforhealthfreedom.
Caro canadenses,
Uma vez que a vacina da GSK H1N1 foi lançada em finais de Outubro, muitas pessoas estão relatando efeitos colaterais adversos do tiro. Estes relatórios não estão sendo divulgados, em grande parte porque não parece ser alguém coletá-los.
Portanto, decidimos recolher alguns dados da nossa própria, e criei esta página para descobrir que tipo de danos são realmente está sendo feito pela vacina contra a gripe. Você está convidado a participar, e ajudar os outros decidam por si mesmos se devem ou não aceitar uma vacina contra a gripe.
Se teve quaisquer reações adversas ou efeitos colaterais "com a vacina, por favor, compartilhe suas histórias conosco e com os canadenses, se eles são" primeira mão "(pessoal), ou" segunda mão "(desde que você está perto a pessoa afetada, foi uma testemunha, e posso garantir a autenticidade).
Tudo o que é "terceira mão" (os rumores) não devem ser incluídas, excepto se for algo que você está ativamente para verificar, para verificar isso.
Se você encontrar relatos da mídia, você pode postar trechos com os detalhes pertinentes, desde que você também incluir um link para o relatório (assumindo que é publicado on line). Se ele é de uma fonte, sem uma presença na web, como um jornal local, não se esqueça de incluir dados completos (título, data, cidade, etc.)
Quanto ao relatório:
Basta usar o campo de resposta abaixo. Você NÃO precisa incluir o seu nome completo (ou nome real) se você não quiser, mas você deve incluir um endereço de correio electrónico real no caso de precisarmos entraremos em contato para mais detalhes.
O QUE RELATÓRIO:
Não se esqueça de incluir o máximo de detalhes possíveis, como, onde (cidade ou pelo menos a sua província natal) e quando a vacina foi administrada, e se era o regular GSK Arepanrix vacinação H1N1 (adjuvante), ou a versão que eles são oferecendo às mulheres grávidas (não-adjuvante "Panrix"), eo que você experimentou.
Favor fornecer o seu sexo, idade aproximada, e condição geral de saúde antes da vacinação, bem como uma descrição dos sintomas que sentiu, e por quanto tempo. A lista de efeitos secundários que pode esperar, a partir da inserção de pacote de Arepanrix (adjuvante) da vacina, está abaixo, para ajudá-lo a avaliar se seus sintomas são provavelmente associados com a sua vacinação.
NOTA:
Seu relatório não irá aparecer imediatamente, os comentários são moderados. Nós verificamos várias vezes por dia, de novos comentários. Por favor, seja paciente.
Se recebermos respostas suficientes, iremos publicar artigos sobre este ocasionalmente baseado nos relatórios e dados que recebemos.
Agradecemos antecipadamente por sua ajuda com este projeto!
Sintomas que podem ocorrer incluem o seguinte:
(Segundo a bula, "Arepanrix")
Tal como acontece com todos os medicamentos, AREPANRIX ™ H1N1 pode causar efeitos colaterais. O bem comum e os efeitos colaterais mais comuns são normalmente ligeiros e deve durar apenas um dia ou dois.
Muito frequentes (podem ocorrer com mais de 1 em 10 doses):
• Dor no local da injecção
• Dor de cabeça
• Fadiga
• vermelhidão ou inchaço no local da injecção
• Arrepios
• Sudorese
• músculos doridos, dores articulares
Frequentes (podem ocorrer com até 1 em 10 doses):
• Reacções no local da injeção, tais como ardor, coceira e calor
• Febre
• gânglios inchados lympth
• Sentir-se doente, diarréia
Pouco frequentes (podem ocorrer com até 1 em 100 doses):
• Tonturas
• mal-estar geral
• fraqueza incomuns
• Vómitos, dor de estômago, sensação de desconforto no estômago ou arroto após as refeições
• Dificuldade para dormir
• Formigueiro ou dormência das mãos ou pés
• Falta de ar
• Dor no peito
• Prurido, erupção cutânea
• Dor nas costas ou no pescoço, rigidez nos músculos, espasmos musculares, dor nas extremidades, como pé ou mão
Raros (podem ocorrer com até 1 em cada 1000 doses):
• Reacções alérgicas que levam a uma diminuição perigosa da pressão arterial, que, se não tratada, pode levar ao choque. Os médicos estão conscientes desta possibilidade e que o tratamento de emergência disponível para uso em tais casos
• Fits
• intensa de facadas ou pulsátil ao longo de um ou mais nervos
• Baixa contagem de plaquetas no sangue que pode resultar em hemorragia ou nódoas negras
Muito raros (podem ocorrer com até 1 em 10.000 doses):
• Vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos que podem causar erupções cutâneas, dor nas articulações e problemas nos rins)
• Doenças neurológicas tais como encefalomielite (inflamação do sistema nervoso central), neurite (inflamação dos nervos) e um tipo de paralisia conhecida como síndrome de Guillain-Barré. Se algum destes efeitos secundários ocorrerem, informe o seu médico ou enfermeiro imediatamente. Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundários não mencionados neste folheto, por favor
Informe o seu médico.
Serious Advertências
Informe o seu médico ou enfermeira imediatamente se
experiência destas reações imediatamente depois de receber
a injecção:
Erupção corpo •
• aperto na garganta
• falta de ar
http://preventdisease.com/news/pdf/GSK_Arepanrix_October_2009.pdf
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